

Como tirar jovens
das redes sociais,
segundo a ciência
Como tirar jovens
das redes sociais,
segundo a ciência
Adolescentes querem usar menos as redes sociais, mas não conseguem largar sozinhos. Estudos e testes de campo de Chicago a Londres e ao Rio de Janeiro mostram como mudar isso.
Adolescentes querem usar menos as redes sociais, mas não conseguem largar sozinhos. Estudos e testes de campo de Chicago a Londres e ao Rio de Janeiro mostram como mudar isso.
Por que os adolescentes passam tanto tempo nas redes sociais?
Por que os adolescentes passam tanto tempo nas redes sociais?
Duas forças mantêm os adolescentes presos ao feed. Os apps são feitos para prender a atenção, e todo mundo que eles conhecem está lá.
Duas forças mantêm os adolescentes presos ao feed. Os apps são feitos para prender a atenção, e todo mundo que eles conhecem está lá.
As plataformas são feitas para isso
As plataformas são feitas para isso
Feeds infinitos, reprodução automática e notificações existem com um único propósito: manter os usuários engajados pelo maior tempo possível. Cada decisão de design é testada e aprimorada com esse objetivo.
Feeds infinitos, reprodução automática e notificações existem com um único propósito: manter os usuários engajados pelo maior tempo possível. Cada decisão de design é testada e aprimorada com esse objetivo.
O feed é onde estão os amigos
O feed é onde estão os amigos
A maioria das soluções ignora essa segunda força. A rede social é social. Planos, grupos, piadas internas, momentos virais e status passam todos pelo feed, então desconectar significa ficar de fora. Um adolescente que sai sozinho não perde só um app. Perde o seu lugar na conversa.
A maioria das soluções ignora essa segunda força. A rede social é social. Planos, grupos, piadas internas, momentos virais e status passam todos pelo feed, então desconectar significa ficar de fora. Um adolescente que sai sozinho não perde só um app. Perde o seu lugar na conversa.
Os adolescentes querem usar menos as redes.
Mas não conseguem fazer isso sozinhos.
Os adolescentes querem usar menos as redes.
Mas não conseguem fazer isso sozinhos.
Baseada em 15 anos de ciência comportamental, a pesquisa de Leonardo Bursztyn mostra que muitos jovens gostariam de passar menos tempo nas redes. Mas ninguém quer ser o único a sair. É uma armadilha coletiva, e escapar dela exige ação coletiva.
Baseada em 15 anos de ciência comportamental, a pesquisa de Leonardo Bursztyn mostra que muitos jovens gostariam de passar menos tempo nas redes. Mas ninguém quer ser o único a sair. É uma armadilha coletiva, e escapar dela exige ação coletiva.
A armadilha das redes sociais
A armadilha das redes sociais
Os jovens querem ser pagos para sair das redes sociais sozinhos, mas pagariam para que todo mundo saísse junto.
Os jovens querem ser pagos para sair das redes sociais sozinhos, mas pagariam para que todo mundo saísse junto.
$28
$28
Quanto pagariam para que os amigos saíssem junto.
Quanto pagariam para que os amigos saíssem junto.
O motivo? FOMO, o medo de ficar de fora.
Ninguém muda uma norma sozinho
Ninguém muda uma norma sozinho
Em um experimento com incentivos envolvendo mais de 1.000 universitários nos EUA, Bursztyn e seus coautores perguntaram o que seria necessário para os estudantes largarem o TikTok ou o Instagram por um mês. Sair sozinho tinha um custo, e os estudantes queriam ser pagos para isso. Quando a pergunta mudou para "E se seus colegas também saíssem?", a resposta se inverteu. Muitos estudantes pagariam para que isso acontecesse.
Em um experimento com incentivos envolvendo mais de 1.000 universitários nos EUA, Bursztyn e seus coautores perguntaram o que seria necessário para os estudantes largarem o TikTok ou o Instagram por um mês. Sair sozinho tinha um custo, e os estudantes queriam ser pagos para isso. Quando a pergunta mudou para "E se seus colegas também saíssem?", a resposta se inverteu. Muitos estudantes pagariam para que isso acontecesse.
O motivo era o medo de ficar de fora. Para a maioria dos usuários, o valor da plataforma vem do fato de que todo mundo está nela. Os pesquisadores descobriram que 64% dos usuários ativos do TikTok e 48% dos usuários do Instagram achavam que estariam melhor se a plataforma nem existisse.
Eles ficam porque sair sozinho custa caro demais. Essa é a armadilha coletiva.
Bursztyn, Handel, Jiménez-Durán & Roth, "When Product Markets Become Collective Traps: The Case of Social Media," American Economic Review. Leia o estudo →
Por que proibir as redes sociais não basta
Por que proibir as redes sociais não basta
A proibição para menores de 16 anos na Austrália mostra por que regras, sozinhas, não quebram a armadilha
A proibição para menores de 16 anos na Austrália mostra por que regras, sozinhas, não quebram a armadilha
Quando os amigos não cumprem, os jovens também não, e a adesão à proibição australiana desabou em poucos meses.
Quando os amigos não cumprem, os jovens também não, e a adesão à proibição australiana desabou em poucos meses.
Em dezembro de 2025, a Austrália se tornou o primeiro país a proibir menores de 16 anos nas principais redes sociais. Bursztyn e uma equipe que incluía Angela Duckworth e Cass Sunstein entrevistaram adolescentes australianos para entender o que aconteceu.
Em dezembro de 2025, a Austrália se tornou o primeiro país a proibir menores de 16 anos nas principais redes sociais. Bursztyn e uma equipe que incluía Angela Duckworth e Cass Sunstein entrevistaram adolescentes australianos para entender o que aconteceu.
Quatro meses depois, menos de um em cada três adolescentes de 14 e 15 anos atingidos pela proibição a estavam cumprindo. Dois meses mais tarde, a adesão tinha caído para cerca de um em cada vinte. No mesmo período, a parcela desses adolescentes que ainda usava redes sociais subiu de 64% para 92%.
Quatro meses depois, menos de um em cada três adolescentes de 14 e 15 anos atingidos pela proibição a estavam cumprindo. Dois meses mais tarde, a adesão tinha caído para cerca de um em cada vinte. No mesmo período, a parcela desses adolescentes que ainda usava redes sociais subiu de 64% para 92%.
↑ Parcela de jovens de 14 e 15 anos atingidos pela proibição na Austrália, abril vs. junho de 2026. Fonte: Bursztyn et al., 2026.
Por que a proibição falhou
Por que a proibição falhou

Rede social é social
Rede social é social
A maioria dos adolescentes que continuou usando os apps deu motivos sociais, e a maioria acreditava que os amigos ainda estavam lá. Uma proibição só funciona se os colegas também a seguirem.
A maioria dos adolescentes que continuou usando os apps deu motivos sociais, e a maioria acreditava que os amigos ainda estavam lá. Uma proibição só funciona se os colegas também a seguirem.

É preciso chegar a um ponto de virada
É preciso chegar a um ponto de virada
Os adolescentes disseram que cumpririam a regra quando cerca de dois terços dos colegas cumprissem. A adesão nunca chegou perto disso, e tudo desmoronou.
Os adolescentes disseram que cumpririam a regra quando cerca de dois terços dos colegas cumprissem. A adesão nunca chegou perto disso, e tudo desmoronou.

Mas isso não basta
Mas isso não basta
Quem cumpria a proibição era visto como menos popular. Enquanto os jovens populares e influentes não saírem também, sair parece perder status.
Quem cumpria a proibição era visto como menos popular. Enquanto os jovens populares e influentes não saírem também, sair parece perder status.
Uma proibição muda as regras. Não muda o motivo pelo qual os jovens querem estar lá. Para isso, é preciso outra abordagem.
Uma proibição muda as regras. Não muda o motivo pelo qual os jovens querem estar lá. Para isso, é preciso outra abordagem.
Bursztyn, Duckworth, Jiménez-Durán, Leonard, Milojević, Roth & Sunstein, "Tipping Points and Australia's Social Media Ban," NBER Working Paper 35162. Leia o estudo →
A própria eSafety Commissioner australiana informou que 81% dos menores de 16 ainda usavam redes sociais 3 meses depois que a proibição entrou em vigor.
A própria eSafety Commissioner australiana informou que 81% dos menores de 16 ainda usavam redes sociais 3 meses depois que a proibição entrou em vigor.
O que funciona para tirar crianças e adolescentes das redes sociais
O que funciona para tirar crianças e adolescentes das redes sociais
Para tirar crianças e adolescentes das redes sociais, é preciso mudar o que os amigos deles fazem, não só o que eles têm permissão para fazer. A pesquisa aponta três coisas que levam um grupo ao ponto de virada: novas normas, incentivos reais e algo melhor para fazer com o tempo.
Para tirar crianças e adolescentes das redes sociais, é preciso mudar o que os amigos deles fazem, não só o que eles têm permissão para fazer. A pesquisa aponta três coisas que levam um grupo ao ponto de virada: novas normas, incentivos reais e algo melhor para fazer com o tempo.
Mudanças nas plataformas e proibições atuam no lado da oferta, ou seja, em como os apps funcionam e em quem pode usá-los e quando. Elas não tocam no lado da demanda: a atração social que faz os adolescentes quererem estar lá e procurarem um jeito de contornar a regra quando não podem.
Mudanças nas plataformas e proibições atuam no lado da oferta, ou seja, em como os apps funcionam e em quem pode usá-los e quando. Elas não tocam no lado da demanda: a atração social que faz os adolescentes quererem estar lá e procurarem um jeito de contornar a regra quando não podem.
Os adolescentes saem de vez das redes quando um número suficiente de amigos sai também.
Os adolescentes saem de vez das redes quando um número suficiente de amigos sai também.
Normas
Faça sair das redes ser a atitude de status
Os adolescentes seguem o que os jovens influentes fazem, então o objetivo é que ficar longe do feed seja o que todo mundo quer ser visto fazendo. A autonomia também importa: precisa parecer uma escolha deles, não algo imposto. Uma mudança parecida nas normas ajudou a reduzir o tabagismo entre jovens.
Incentivos
Recompense quem usa menos as redes
Sair de uma plataforma sozinho tem um custo social real. Os incentivos compensam esse custo e fazem a primeira leva de jovens se mexer antes que a nova norma se consolide.
Alternativas
Ofereça opções para o tempo recuperado
As horas tiradas das redes precisam ir para algum lugar. A melhor alternativa são os amigos, mas eles só estão disponíveis se também não estiverem nas redes. É por isso que reduzir o tempo de tela de um adolescente de cada vez não funciona.
Normas
Faça sair das redes ser a atitude de status
Os adolescentes seguem o que os jovens influentes fazem, então o objetivo é que ficar longe do feed seja o que todo mundo quer ser visto fazendo. A autonomia também importa: precisa parecer uma escolha deles, não algo imposto. Uma mudança parecida nas normas ajudou a reduzir o tabagismo entre jovens.
Incentivos
Recompense quem usa menos as redes
Sair de uma plataforma sozinho tem um custo social real. Os incentivos compensam esse custo e fazem a primeira leva de jovens se mexer antes que a nova norma se consolide.
Alternativas
Ofereça opções para o tempo recuperado
As horas tiradas das redes precisam ir para algum lugar. A melhor alternativa são os amigos, mas eles só estão disponíveis se também não estiverem nas redes. É por isso que reduzir o tempo de tela de um adolescente de cada vez não funciona.
Colocados em prática juntos, esses princípios funcionam como uma atividade em grupo, não como um exercício de força de vontade individual. Foi para isso que o NOMO foi criado.
Colocados em prática juntos, esses princípios funcionam como uma atividade em grupo, não como um exercício de força de vontade individual. Foi para isso que o NOMO foi criado.
Como o NOMO coloca a pesquisa em prática
Como o NOMO coloca a pesquisa em prática
Criado por cientistas comportamentais de renome, o NOMO foi pensado para mudar um hábito coletivo, não só um hábito individual.
Criado por cientistas comportamentais de renome, o NOMO foi pensado para mudar um hábito coletivo, não só um hábito individual.

Leonardo Bursztyn
CEO e Fundador

Angela Duckworth
Conselheira científica

Betsy Levy Paluck
Conselheira científica

Matthew Gentzkow
Conselheiro científico

Leonardo Bursztyn
CEO e Fundador

Angela Duckworth
Conselheira científica

Betsy Levy Paluck
Conselheira científica

Matthew Gentzkow
Conselheiro científico
O NOMO usa a ciência da ação coletiva e dos incentivos para ajudar as pessoas a retomarem o controle do seu tempo. As pessoas dedicam tanto tempo às redes sociais porque todo mundo faz o mesmo, então a mudança precisa acontecer em conjunto. O NOMO leva grupos inteiros a um equilíbrio mais saudável com a vida real, e marcas parceiras recompensam isso.
O NOMO usa a ciência da ação coletiva e dos incentivos para ajudar as pessoas a retomarem o controle do seu tempo. As pessoas dedicam tanto tempo às redes sociais porque todo mundo faz o mesmo, então a mudança precisa acontecer em conjunto. O NOMO leva grupos inteiros a um equilíbrio mais saudável com a vida real, e marcas parceiras recompensam isso.

Ação coletiva
Desafios e Soquinhos
Desafios e Soquinhos
Os jovens entram em desafios com os amigos e fazem um Soquinho com os celulares para bloquear os apps enquanto estão juntos, ganhando Momentos extras com isso. Ninguém sai das redes sozinho.
Os jovens entram em desafios com os amigos e fazem um Soquinho com os celulares para bloquear os apps enquanto estão juntos, ganhando Momentos extras com isso. Ninguém sai das redes sozinho.
Normas
Ranking
Ranking
Amigos competem por Momentos, então o status se torna aproveitar bem o tempo ao invés de passar mais tempo online. A mesma energia social que antes empurrava para o feed agora os afasta dele.
Amigos competem por Momentos, então o status se torna aproveitar bem o tempo ao invés de passar mais tempo online. A mesma energia social que antes empurrava para o feed agora os afasta dele.


Incentivos
Recompensas reais
Recompensas reais
Menos tempo nas redes rende mais Momentos, que os jovens trocam por recompensas e experiências. O incentivo faz os primeiros se mexerem e ajuda o grupo a chegar ao ponto de virada.
Menos tempo nas redes rende mais Momentos, que os jovens trocam por recompensas e experiências. O incentivo faz os primeiros se mexerem e ajuda o grupo a chegar ao ponto de virada.
Alternativas
Ideias de que fazer
Ideias de que fazer
O NOMO sugere atividades em tempo real, e muitas recompensas já são, por si só, algo para fazer. O tempo recuperado volta para a vida real.
O NOMO sugere atividades em tempo real, e muitas recompensas já são, por si só, algo para fazer. O tempo recuperado volta para a vida real.

Essa é a teoria. Veja o que aconteceu quando os adolescentes usaram o NOMO.
Essa é a teoria. Veja o que aconteceu quando os adolescentes usaram o NOMO.
O estudo da Universidade de Chicago
O estudo da Universidade de Chicago
Estados Unidos • Out 2024
Estados Unidos • Out 2024
Um experimento piloto foi realizado na Universidade de Chicago com 808 participantes. O principal objetivo era reduzir o uso de Instagram e TikTok pelos estudantes, impondo um limite diário combinado de 60 minutos durante duas semanas.
Um experimento piloto foi realizado na Universidade de Chicago com 808 participantes. O principal objetivo era reduzir o uso de Instagram e TikTok pelos estudantes, impondo um limite diário combinado de 60 minutos durante duas semanas.
Os participantes do desafio reduziram de forma significativa o uso diário de TikTok e Instagram, em 30,6 minutos, ou cerca de 50%. Depois de concluir o desafio NOMO de duas semanas, a incidência de sentimentos de depressão caiu quase pela metade, de 38,7% para 20,7%. Os relatos de ansiedade também diminuíram, e a parcela de participantes que se sentiam facilmente distraídos caiu de 47,9% para 36,8%. Ao mesmo tempo, a incidência de satisfação com a vida subiu de 61,1% para 70,6%.
Os participantes do desafio reduziram de forma significativa o uso diário de TikTok e Instagram, em 30,6 minutos, ou cerca de 50%. Depois de concluir o desafio NOMO de duas semanas, a incidência de sentimentos de depressão caiu quase pela metade, de 38,7% para 20,7%. Os relatos de ansiedade também diminuíram, e a parcela de participantes que se sentiam facilmente distraídos caiu de 47,9% para 36,8%. Ao mesmo tempo, a incidência de satisfação com a vida subiu de 61,1% para 70,6%.
Juntas, essas mudanças sugerem que reduzir o uso das redes sociais ajudou os participantes a se sentirem mais saudáveis, mais felizes e mais satisfeitos com o dia a dia.
Juntas, essas mudanças sugerem que reduzir o uso das redes sociais ajudou os participantes a se sentirem mais saudáveis, mais felizes e mais satisfeitos com o dia a dia.
50%
Menos tempo nas
redes sociais
Menos tempo nas
redes sociais



47%
Queda nos sintomas
de depressão relatados



16%
Aumento na satisfação
com a vida relatada
Melhorias na saúde mental após o desafio NOMO de 2 semanas na UChicago
Melhorias na saúde mental após o desafio NOMO de 2 semanas na UChicago
Out 2024 • Nas últimas duas semanas, em comparação com uma semana normal.
← Deslize para ver mais →
Inspirando mudanças de comportamento por meio da ação coletiva entre jovens de 13 a 15 anos
Inspirando mudanças de comportamento por meio da ação coletiva entre jovens de 13 a 15 anos
Reino Unido • Nov 2025 – Mai 2026
Reino Unido • Nov 2025 – Mai 2026
Escolas do Reino Unido: uso de redes sociais cai com o NOMO
Média móvel de 7 dias da média diária, entre usuários engajados
Média entre estudantes engajados (com um evento de sequência em até ±3 dias), de 16 abr a 18 mai de 2026.
Com o NOMO = dias ativos dos estudantes da primeira leva; Antes do NOMO = semana anterior à entrada dos estudantes da segunda leva.
Exclui leituras com falha de 0 minuto e dias pré-NOMO com mais de uma semana antes do cadastro. Dias com menos de 5 estudantes foram interpolados.
O NOMO em larga escala no Rio de Janeiro
O NOMO em larga escala no Rio de Janeiro
Brasil • Mai 2026 – Em andamento
Brasil • Mai 2026 – Em andamento
Quando uma escola inteira entra junto, a maioria dos estudantes participa, e a pressão social começa a funcionar no sentido contrário.
Quando uma escola inteira entra junto, a maioria dos estudantes participa, e a pressão social começa a funcionar no sentido contrário.
Em parceria com a Prefeitura do Rio de Janeiro, o NOMO chegou às escolas municipais em 2026. As primeiras 100 escolas já estão participando, e serão 500 até o fim do ano.
Em parceria com a Prefeitura do Rio de Janeiro, o NOMO chegou às escolas municipais em 2026. As primeiras 100 escolas já estão participando, e serão 500 até o fim do ano.
Estudantes e professores embaixadores apresentaram o NOMO. Os alunos competiram por recompensas individuais, como ingressos de cinema e tênis, e as turmas competiram por recompensas coletivas, como passeios e visitas a museus. O resultado foi 83% de adesão, e o estudante médio passa menos de dois minutos por dia no app NOMO.
Estudantes e professores embaixadores apresentaram o NOMO. Os alunos competiram por recompensas individuais, como ingressos de cinema e tênis, e as turmas competiram por recompensas coletivas, como passeios e visitas a museus. O resultado foi 83% de adesão, e o estudante médio passa menos de dois minutos por dia no app NOMO.
Como a norma mudou
Como a norma mudou
Duas coisas se espalharam sozinhas:
Duas coisas se espalharam sozinhas:

O Soquinho viralizou
O Soquinho viralizou
Bloquear os apps junto com um amigo virou um ritual social, e a popularidade na vida real passou a ser o status que importa.
Bloquear os apps junto com um amigo virou um ritual social, e a popularidade na vida real passou a ser o status que importa.

As recompensas por turma criaram FOMO no sentido contrário
As recompensas por turma criaram FOMO no sentido contrário
Quando uma turma ganhava uma recompensa coletiva, as outras queriam participar também.
Quando uma turma ganhava uma recompensa coletiva, as outras queriam participar também.
Esse é o ponto de virada que a proibição australiana nunca alcançou. Em vez de os populares continuarem nas redes, sair delas virou o que todo mundo queria ser visto fazendo.
Esse é o ponto de virada que a proibição australiana nunca alcançou. Em vez de os populares continuarem nas redes, sair delas virou o que todo mundo queria ser visto fazendo.
O que dizem os estudantes
O que dizem os estudantes
Três pesquisas no app, com mais de 1.000 respostas de estudantes de 100 escolas:
Três pesquisas no app, com mais de 1.000 respostas de estudantes de 100 escolas:
O efeito coletivo:
O efeito coletivo:
61% dizem que fica mais fácil usar menos as redes porque os amigos também estão usando menos
74% dizem que aproveitam melhor o tempo
57% relatam menos brigas com colegas por causa de coisas que aconteceram nas redes sociais
61% dizem que fica mais fácil usar menos as redes porque os amigos também estão usando menos
74% dizem que aproveitam melhor o tempo
57% relatam menos brigas com colegas por causa de coisas que aconteceram nas redes sociais
O veredito:
O veredito:
90% relatam um impacto geral positivo na vida
86% querem que o NOMO continue na escola no ano que vem
85% recomendariam a um amigo
90% relatam um impacto geral positivo na vida
86% querem que o NOMO continue na escola no ano que vem
85% recomendariam a um amigo
Para onde vai o tempo: 49% disseram que usaram o tempo livre para dormir
Para onde vai o tempo: 49% disseram que usaram o tempo livre para dormir
Seja parceiro do NOMO e ajude sua comunidade a chegar ao ponto de virada
Seja parceiro do NOMO e ajude sua comunidade a chegar ao ponto de virada
Para gestores públicos, secretarias de educação e autoridades de saúde pública, os cientistas comportamentais do NOMO podem apresentar a pesquisa e explicar como um programa NOMO funciona na prática. Preencha o formulário acima ou envie um e-mail para o NOMO para solicitar uma apresentação.
Para gestores públicos, secretarias de educação e autoridades de saúde pública, os cientistas comportamentais do NOMO podem apresentar a pesquisa e explicar como um programa NOMO funciona na prática. Preencha o formulário acima ou envie um e-mail para o NOMO para solicitar uma apresentação.
Os cientistas comportamentais por trás do NOMO
Os cientistas comportamentais por trás do NOMO

Leonardo Bursztyn
CEO e Fundador
Leonardo (PhD, Harvard) é Saieh Family Professor of Economics na Universidade de Chicago e um dos principais especialistas em economia comportamental. Ele é co-diretor do Programa de Pesquisa em Economia Comportamental do Becker Friedman Institute e lidera o Normal Lab. Sua pesquisa mostra como os ambientes sociais moldam decisões econômicas e políticas ao redor do mundo. É um dos autores do estudo de referência sobre a armadilha das redes sociais.

Angela Duckworth
Conselheira científica
Recipiente do “Genius Grant” da MacArthur, Rosa Lee e Egbert Chang Professor na Universidade da Pensilvânia (UPenn) e autora best-seller de Grit, Angela é uma das maiores especialistas em mudança de comportamento e motivação, com formação em neurociência, psicologia e educação. Ela co-dirige a Behavior Change for Good Initiative na Penn e já assessorou o Banco Mundial, grandes ligas esportivas e CEOs de empresas Fortune 500.

Betsy Levy Paluck
Conselheira científica
Recipiente do “Genius Grant” da MacArthur e Eugene Higgins Professor of Psychology and Public Affairs em Princeton, Betsy foi pioneira em experimentos de campo em larga escala para reduzir preconceito, violência e normas sociais nocivas. Seu trabalho conecta psicologia social e impacto real. É uma autoridade global em intervenções baseadas em evidências para promover mudanças de comportamento e normas sociais em grande escala.

Matthew Gentzkow
Conselheiro científico
Vencedor da Medalha John Bates Clark e Landau Professor of Technology and the Economy em Stanford, Matthew é membro da Academia Nacional de Ciências e um dos principais economistas nos campos de mídia, tecnologia e comportamento. Sua pesquisa explora a interseção entre economia e influência social, com estudos inovadores sobre como a informação molda decisões e atitudes públicas.

Leonardo Bursztyn
CEO e Fundador
Leonardo (PhD, Harvard) é Saieh Family Professor of Economics na Universidade de Chicago e um dos principais especialistas em economia comportamental. Ele é co-diretor do Programa de Pesquisa em Economia Comportamental do Becker Friedman Institute e lidera o Normal Lab. Sua pesquisa mostra como os ambientes sociais moldam decisões econômicas e políticas ao redor do mundo. É um dos autores do estudo de referência sobre a armadilha das redes sociais.

Angela Duckworth
Conselheira científica
Recipiente do “Genius Grant” da MacArthur, Rosa Lee e Egbert Chang Professor na Universidade da Pensilvânia (UPenn) e autora best-seller de Grit, Angela é uma das maiores especialistas em mudança de comportamento e motivação, com formação em neurociência, psicologia e educação. Ela co-dirige a Behavior Change for Good Initiative na Penn e já assessorou o Banco Mundial, grandes ligas esportivas e CEOs de empresas Fortune 500.

Betsy Levy Paluck
Conselheira científica
Recipiente do “Genius Grant” da MacArthur e Eugene Higgins Professor of Psychology and Public Affairs em Princeton, Betsy foi pioneira em experimentos de campo em larga escala para reduzir preconceito, violência e normas sociais nocivas. Seu trabalho conecta psicologia social e impacto real. É uma autoridade global em intervenções baseadas em evidências para promover mudanças de comportamento e normas sociais em grande escala.

Matthew Gentzkow
Conselheiro científico
Vencedor da Medalha John Bates Clark e Landau Professor of Technology and the Economy em Stanford, Matthew é membro da Academia Nacional de Ciências e um dos principais economistas nos campos de mídia, tecnologia e comportamento. Sua pesquisa explora a interseção entre economia e influência social, com estudos inovadores sobre como a informação molda decisões e atitudes públicas.
Perguntas frequentes
Perguntas frequentes
Por que os adolescentes não conseguem sair das redes sociais?
Por que os adolescentes não conseguem sair das redes sociais?
Sair sozinho custa a vida social deles. Planos, grupos e status passam todos pelo feed, então quem sai primeiro fica de fora. Na pesquisa, universitários queriam US$ 59 para ficar um mês sem TikTok sozinhos, mas pagariam US$ 28 para que os colegas saíssem junto. O problema não é força de vontade. É uma armadilha coletiva.
Sair sozinho custa a vida social deles. Planos, grupos e status passam todos pelo feed, então quem sai primeiro fica de fora. Na pesquisa, universitários queriam US$ 59 para ficar um mês sem TikTok sozinhos, mas pagariam US$ 28 para que os colegas saíssem junto. O problema não é força de vontade. É uma armadilha coletiva.
Proibir as redes sociais funciona?
Proibir as redes sociais funciona?
Não por si só. Depois que a Austrália proibiu menores de 16 anos em dezembro de 2025, pesquisadores descobriram que, quatro meses depois, menos de um em cada três jovens de 14 e 15 anos atingidos pela proibição a estavam cumprindo. Dois meses mais tarde, eram cerca de um em cada vinte. Os adolescentes disseram que só seguiriam a proibição se a maioria dos amigos seguisse, e os populares continuaram usando os apps.
Não por si só. Depois que a Austrália proibiu menores de 16 anos em dezembro de 2025, pesquisadores descobriram que, quatro meses depois, menos de um em cada três jovens de 14 e 15 anos atingidos pela proibição a estavam cumprindo. Dois meses mais tarde, eram cerca de um em cada vinte. Os adolescentes disseram que só seguiriam a proibição se a maioria dos amigos seguisse, e os populares continuaram usando os apps.
O que realmente reduz o uso de redes sociais pelos adolescentes?
O que realmente reduz o uso de redes sociais pelos adolescentes?
Mudar o grupo, não só o indivíduo. A pesquisa aponta três coisas: normas que façam de sair das redes a atitude de status, incentivos que recompensem usar menos e alternativas reais para o tempo recuperado. Nos testes do NOMO, o tempo nas redes caiu cerca de pela metade entre estudantes da Universidade de Chicago; o tempo médio diário caiu 40% em um teste randomizado em 52 escolas do Reino Unido; e no Rio de Janeiro, onde as escolas implementaram o programa com estudantes embaixadores e competições entre turmas, 83% dos alunos aderiram.
Mudar o grupo, não só o indivíduo. A pesquisa aponta três coisas: normas que façam de sair das redes a atitude de status, incentivos que recompensem usar menos e alternativas reais para o tempo recuperado. Nos testes do NOMO, o tempo nas redes caiu cerca de pela metade entre estudantes da Universidade de Chicago; o tempo médio diário caiu 40% em um teste randomizado em 52 escolas do Reino Unido; e no Rio de Janeiro, onde as escolas implementaram o programa com estudantes embaixadores e competições entre turmas, 83% dos alunos aderiram.
Como os pais podem tirar os filhos das redes sociais?
Como os pais podem tirar os filhos das redes sociais?
Transforme isso em um esforço de grupo, e não em uma regra da casa. Combine com os pais dos amigos do seu filho para que nenhum adolescente seja o único offline. Planeje atividades reais para preencher o tempo, recompense o progresso em vez de apenas restringir o uso e deixe seu filho assumir a meta como dele. Ferramentas como o NOMO foram criadas para transformar isso em algo que os adolescentes fazem junto com os amigos.
Transforme isso em um esforço de grupo, e não em uma regra da casa. Combine com os pais dos amigos do seu filho para que nenhum adolescente seja o único offline. Planeje atividades reais para preencher o tempo, recompense o progresso em vez de apenas restringir o uso e deixe seu filho assumir a meta como dele. Ferramentas como o NOMO foram criadas para transformar isso em algo que os adolescentes fazem junto com os amigos.
O que é a armadilha das redes sociais?
O que é a armadilha das redes sociais?
A armadilha das redes sociais acontece quando as pessoas continuam usando uma plataforma sem a qual prefeririam viver, porque sair sozinho significa ficar de fora. A pesquisa de Leo Bursztyn mostrou que 64% dos usuários ativos do TikTok e 48% dos usuários do Instagram acreditam que estariam melhor se a plataforma não existisse.
A armadilha das redes sociais acontece quando as pessoas continuam usando uma plataforma sem a qual prefeririam viver, porque sair sozinho significa ficar de fora. A pesquisa de Leo Bursztyn mostrou que 64% dos usuários ativos do TikTok e 48% dos usuários do Instagram acreditam que estariam melhor se a plataforma não existisse.
O que é o NOMO?
O que é o NOMO?
Criado por cientistas comportamentais de renome, o NOMO recompensa adolescentes por passarem menos tempo nas redes. Eles entram em desafios com os amigos, ganham Momentos e os trocam por recompensas e experiências na vida real.
Criado por cientistas comportamentais de renome, o NOMO recompensa adolescentes por passarem menos tempo nas redes. Eles entram em desafios com os amigos, ganham Momentos e os trocam por recompensas e experiências na vida real.


Como tirar jovens
das redes sociais,
segundo a ciência
Como tirar jovens
das redes sociais,
segundo a ciência
Adolescentes querem usar menos as redes sociais, mas não conseguem largar sozinhos. Estudos e testes de campo de Chicago a Londres e ao Rio de Janeiro mostram como mudar isso.
Adolescentes querem usar menos as redes sociais, mas não conseguem largar sozinhos. Estudos e testes de campo de Chicago a Londres e ao Rio de Janeiro mostram como mudar isso.
Por que os adolescentes passam tanto tempo nas redes sociais?
Por que os adolescentes passam tanto tempo nas redes sociais?
Duas forças mantêm os adolescentes presos ao feed. Os apps são feitos para prender a atenção, e todo mundo que eles conhecem está lá.
Duas forças mantêm os adolescentes presos ao feed. Os apps são feitos para prender a atenção, e todo mundo que eles conhecem está lá.
As plataformas são feitas para isso
As plataformas são feitas para isso
Feeds infinitos, reprodução automática e notificações existem com um único propósito: manter os usuários engajados pelo maior tempo possível. Cada decisão de design é testada e aprimorada com esse objetivo.
Feeds infinitos, reprodução automática e notificações existem com um único propósito: manter os usuários engajados pelo maior tempo possível. Cada decisão de design é testada e aprimorada com esse objetivo.
O feed é onde estão os amigos
O feed é onde estão os amigos
A maioria das soluções ignora essa segunda força. A rede social é social. Planos, grupos, piadas internas, momentos virais e status passam todos pelo feed, então desconectar significa ficar de fora. Um adolescente que sai sozinho não perde só um app. Perde o seu lugar na conversa.
A maioria das soluções ignora essa segunda força. A rede social é social. Planos, grupos, piadas internas, momentos virais e status passam todos pelo feed, então desconectar significa ficar de fora. Um adolescente que sai sozinho não perde só um app. Perde o seu lugar na conversa.
Os adolescentes querem usar menos as redes.
Mas não conseguem fazer isso sozinhos.
Os adolescentes querem usar menos as redes.
Mas não conseguem fazer isso sozinhos.
Baseada em 15 anos de ciência comportamental, a pesquisa de Leonardo Bursztyn mostra que muitos jovens gostariam de passar menos tempo nas redes. Mas ninguém quer ser o único a sair. É uma armadilha coletiva, e escapar dela exige ação coletiva.
Baseada em 15 anos de ciência comportamental, a pesquisa de Leonardo Bursztyn mostra que muitos jovens gostariam de passar menos tempo nas redes. Mas ninguém quer ser o único a sair. É uma armadilha coletiva, e escapar dela exige ação coletiva.
A armadilha das redes sociais
A armadilha das redes sociais
Os jovens querem ser pagos para sair das redes sociais sozinhos, mas pagariam para que todo mundo saísse junto.
Os jovens querem ser pagos para sair das redes sociais sozinhos, mas pagariam para que todo mundo saísse junto.
$59
$59
Quanto os estudantes queriam receber para ficar um mês sem TikTok, sozinhos.
Quanto os estudantes queriam receber para ficar um mês sem TikTok, sozinhos.
$28
$28
Quanto pagariam para que os amigos saíssem junto.
Quanto pagariam para que os amigos saíssem junto.
O motivo? FOMO, o medo de ficar de fora.
Ninguém muda uma norma sozinho
Ninguém muda uma norma sozinho
Em um experimento com incentivos envolvendo mais de 1.000 universitários nos EUA, Bursztyn e seus coautores perguntaram o que seria necessário para os estudantes largarem o TikTok ou o Instagram por um mês. Sair sozinho tinha um custo, e os estudantes queriam ser pagos para isso. Quando a pergunta mudou para "E se seus colegas também saíssem?", a resposta se inverteu. Muitos estudantes pagariam para que isso acontecesse.
Em um experimento com incentivos envolvendo mais de 1.000 universitários nos EUA, Bursztyn e seus coautores perguntaram o que seria necessário para os estudantes largarem o TikTok ou o Instagram por um mês. Sair sozinho tinha um custo, e os estudantes queriam ser pagos para isso. Quando a pergunta mudou para "E se seus colegas também saíssem?", a resposta se inverteu. Muitos estudantes pagariam para que isso acontecesse.
O motivo era o medo de ficar de fora. Para a maioria dos usuários, o valor da plataforma vem do fato de que todo mundo está nela. Os pesquisadores descobriram que 64% dos usuários ativos do TikTok e 48% dos usuários do Instagram achavam que estariam melhor se a plataforma nem existisse.
Eles ficam porque sair sozinho custa caro demais. Essa é a armadilha coletiva.
Bursztyn, Handel, Jiménez-Durán & Roth, "When Product Markets Become Collective Traps: The Case of Social Media," American Economic Review. Leia o estudo →
Por que proibir as redes sociais não basta
Por que proibir as redes sociais não basta
A proibição para menores de 16 anos na Austrália mostra por que regras, sozinhas, não quebram a armadilha
A proibição para menores de 16 anos na Austrália mostra por que regras, sozinhas, não quebram a armadilha
Quando os amigos não cumprem, os jovens também não, e a adesão à proibição australiana desabou em poucos meses.
Quando os amigos não cumprem, os jovens também não, e a adesão à proibição australiana desabou em poucos meses.
Em dezembro de 2025, a Austrália se tornou o primeiro país a proibir menores de 16 anos nas principais redes sociais. Bursztyn e uma equipe que incluía Angela Duckworth e Cass Sunstein entrevistaram adolescentes australianos para entender o que aconteceu.
Em dezembro de 2025, a Austrália se tornou o primeiro país a proibir menores de 16 anos nas principais redes sociais. Bursztyn e uma equipe que incluía Angela Duckworth e Cass Sunstein entrevistaram adolescentes australianos para entender o que aconteceu.
Quatro meses depois, menos de um em cada três adolescentes de 14 e 15 anos atingidos pela proibição a estavam cumprindo. Dois meses mais tarde, a adesão tinha caído para cerca de um em cada vinte. No mesmo período, a parcela desses adolescentes que ainda usava redes sociais subiu de 64% para 92%.
Quatro meses depois, menos de um em cada três adolescentes de 14 e 15 anos atingidos pela proibição a estavam cumprindo. Dois meses mais tarde, a adesão tinha caído para cerca de um em cada vinte. No mesmo período, a parcela desses adolescentes que ainda usava redes sociais subiu de 64% para 92%.
↑ Parcela de jovens de 14 e 15 anos atingidos pela proibição na Austrália, abril vs. junho de 2026. Fonte: Bursztyn et al., 2026.
Por que a proibição falhou
Por que a proibição falhou

Rede social é social
Rede social é social
A maioria dos adolescentes que continuou usando os apps deu motivos sociais, e a maioria acreditava que os amigos ainda estavam lá. Uma proibição só funciona se os colegas também a seguirem.
A maioria dos adolescentes que continuou usando os apps deu motivos sociais, e a maioria acreditava que os amigos ainda estavam lá. Uma proibição só funciona se os colegas também a seguirem.

É preciso chegar a um ponto de virada
É preciso chegar a um ponto de virada
Os adolescentes disseram que cumpririam a regra quando cerca de dois terços dos colegas cumprissem. A adesão nunca chegou perto disso, e tudo desmoronou.
Os adolescentes disseram que cumpririam a regra quando cerca de dois terços dos colegas cumprissem. A adesão nunca chegou perto disso, e tudo desmoronou.

Mas isso não basta
Mas isso não basta
Quem cumpria a proibição era visto como menos popular. Enquanto os jovens populares e influentes não saírem também, sair parece perder status.
Quem cumpria a proibição era visto como menos popular. Enquanto os jovens populares e influentes não saírem também, sair parece perder status.
Uma proibição muda as regras. Não muda o motivo pelo qual os jovens querem estar lá. Para isso, é preciso outra abordagem.
Uma proibição muda as regras. Não muda o motivo pelo qual os jovens querem estar lá. Para isso, é preciso outra abordagem.
Bursztyn, Duckworth, Jiménez-Durán, Leonard, Milojević, Roth & Sunstein, "Tipping Points and Australia's Social Media Ban," NBER Working Paper 35162. Leia o estudo →
A própria eSafety Commissioner australiana informou que 81% dos menores de 16 ainda usavam redes sociais 3 meses depois que a proibição entrou em vigor.
A própria eSafety Commissioner australiana informou que 81% dos menores de 16 ainda usavam redes sociais 3 meses depois que a proibição entrou em vigor.
O que funciona para tirar crianças e adolescentes das redes sociais
O que funciona para tirar crianças e adolescentes das redes sociais
Para tirar crianças e adolescentes das redes sociais, é preciso mudar o que os amigos deles fazem, não só o que eles têm permissão para fazer. A pesquisa aponta três coisas que levam um grupo ao ponto de virada: novas normas, incentivos reais e algo melhor para fazer com o tempo.
Para tirar crianças e adolescentes das redes sociais, é preciso mudar o que os amigos deles fazem, não só o que eles têm permissão para fazer. A pesquisa aponta três coisas que levam um grupo ao ponto de virada: novas normas, incentivos reais e algo melhor para fazer com o tempo.
Mudanças nas plataformas e proibições atuam no lado da oferta, ou seja, em como os apps funcionam e em quem pode usá-los e quando. Elas não tocam no lado da demanda: a atração social que faz os adolescentes quererem estar lá e procurarem um jeito de contornar a regra quando não podem.
Mudanças nas plataformas e proibições atuam no lado da oferta, ou seja, em como os apps funcionam e em quem pode usá-los e quando. Elas não tocam no lado da demanda: a atração social que faz os adolescentes quererem estar lá e procurarem um jeito de contornar a regra quando não podem.
Os adolescentes saem de vez das redes quando um número suficiente de amigos sai também.
Os adolescentes saem de vez das redes quando um número suficiente de amigos sai também.
Normas
Faça sair das redes ser a atitude de status
Os adolescentes seguem o que os jovens influentes fazem, então o objetivo é que ficar longe do feed seja o que todo mundo quer ser visto fazendo. A autonomia também importa: precisa parecer uma escolha deles, não algo imposto. Uma mudança parecida nas normas ajudou a reduzir o tabagismo entre jovens.
Incentivos
Recompense quem usa menos as redes
Sair de uma plataforma sozinho tem um custo social real. Os incentivos compensam esse custo e fazem a primeira leva de jovens se mexer antes que a nova norma se consolide.
Alternativas
Ofereça opções para o tempo recuperado
As horas tiradas das redes precisam ir para algum lugar. A melhor alternativa são os amigos, mas eles só estão disponíveis se também não estiverem nas redes. É por isso que reduzir o tempo de tela de um adolescente de cada vez não funciona.
Normas
Faça sair das redes ser a atitude de status
Os adolescentes seguem o que os jovens influentes fazem, então o objetivo é que ficar longe do feed seja o que todo mundo quer ser visto fazendo. A autonomia também importa: precisa parecer uma escolha deles, não algo imposto. Uma mudança parecida nas normas ajudou a reduzir o tabagismo entre jovens.
Incentivos
Recompense quem usa menos as redes
Sair de uma plataforma sozinho tem um custo social real. Os incentivos compensam esse custo e fazem a primeira leva de jovens se mexer antes que a nova norma se consolide.
Alternativas
Ofereça opções para o tempo recuperado
As horas tiradas das redes precisam ir para algum lugar. A melhor alternativa são os amigos, mas eles só estão disponíveis se também não estiverem nas redes. É por isso que reduzir o tempo de tela de um adolescente de cada vez não funciona.
Colocados em prática juntos, esses princípios funcionam como uma atividade em grupo, não como um exercício de força de vontade individual. Foi para isso que o NOMO foi criado.
Colocados em prática juntos, esses princípios funcionam como uma atividade em grupo, não como um exercício de força de vontade individual. Foi para isso que o NOMO foi criado.
Como o NOMO coloca a pesquisa em prática
Como o NOMO coloca a pesquisa em prática
Criado por cientistas comportamentais de renome, o NOMO foi pensado para mudar um hábito coletivo, não só um hábito individual.
Criado por cientistas comportamentais de renome, o NOMO foi pensado para mudar um hábito coletivo, não só um hábito individual.

Leonardo Bursztyn
CEO e Fundador

Angela Duckworth
Conselheira científica

Betsy Levy Paluck
Conselheira científica

Matthew Gentzkow
Conselheiro científico

Leonardo Bursztyn
CEO e Fundador

Angela Duckworth
Conselheira científica

Betsy Levy Paluck
Conselheira científica

Matthew Gentzkow
Conselheiro científico
O NOMO usa a ciência da ação coletiva e dos incentivos para ajudar as pessoas a retomarem o controle do seu tempo. As pessoas dedicam tanto tempo às redes sociais porque todo mundo faz o mesmo, então a mudança precisa acontecer em conjunto. O NOMO leva grupos inteiros a um equilíbrio mais saudável com a vida real, e marcas parceiras recompensam isso.
O NOMO usa a ciência da ação coletiva e dos incentivos para ajudar as pessoas a retomarem o controle do seu tempo. As pessoas dedicam tanto tempo às redes sociais porque todo mundo faz o mesmo, então a mudança precisa acontecer em conjunto. O NOMO leva grupos inteiros a um equilíbrio mais saudável com a vida real, e marcas parceiras recompensam isso.

Ação coletiva
Desafios e Soquinhos
Desafios e Soquinhos
Os jovens entram em desafios com os amigos e fazem um Soquinho com os celulares para bloquear os apps enquanto estão juntos, ganhando Momentos extras com isso. Ninguém sai das redes sozinho.
Os jovens entram em desafios com os amigos e fazem um Soquinho com os celulares para bloquear os apps enquanto estão juntos, ganhando Momentos extras com isso. Ninguém sai das redes sozinho.
Normas
Ranking
Ranking
Amigos competem por Momentos, então o status se torna aproveitar bem o tempo ao invés de passar mais tempo online. A mesma energia social que antes empurrava para o feed agora os afasta dele.
Amigos competem por Momentos, então o status se torna aproveitar bem o tempo ao invés de passar mais tempo online. A mesma energia social que antes empurrava para o feed agora os afasta dele.


Incentivos
Recompensas reais
Recompensas reais
Menos tempo nas redes rende mais Momentos, que os jovens trocam por recompensas e experiências. O incentivo faz os primeiros se mexerem e ajuda o grupo a chegar ao ponto de virada.
Menos tempo nas redes rende mais Momentos, que os jovens trocam por recompensas e experiências. O incentivo faz os primeiros se mexerem e ajuda o grupo a chegar ao ponto de virada.
Alternativas
Ideias de que fazer
Ideias de que fazer
O NOMO sugere atividades em tempo real, e muitas recompensas já são, por si só, algo para fazer. O tempo recuperado volta para a vida real.
O NOMO sugere atividades em tempo real, e muitas recompensas já são, por si só, algo para fazer. O tempo recuperado volta para a vida real.

Essa é a teoria. Veja o que aconteceu quando os adolescentes usaram o NOMO.
Essa é a teoria. Veja o que aconteceu quando os adolescentes usaram o NOMO.
O estudo da Universidade de Chicago
O estudo da Universidade de Chicago
Estados Unidos • Out 2024
Estados Unidos • Out 2024
Um experimento piloto foi realizado na Universidade de Chicago com 808 participantes. O principal objetivo era reduzir o uso de Instagram e TikTok pelos estudantes, impondo um limite diário combinado de 60 minutos durante duas semanas.
Um experimento piloto foi realizado na Universidade de Chicago com 808 participantes. O principal objetivo era reduzir o uso de Instagram e TikTok pelos estudantes, impondo um limite diário combinado de 60 minutos durante duas semanas.
Os participantes do desafio reduziram de forma significativa o uso diário de TikTok e Instagram, em 30,6 minutos, ou cerca de 50%. Depois de concluir o desafio NOMO de duas semanas, a incidência de sentimentos de depressão caiu quase pela metade, de 38,7% para 20,7%. Os relatos de ansiedade também diminuíram, e a parcela de participantes que se sentiam facilmente distraídos caiu de 47,9% para 36,8%. Ao mesmo tempo, a incidência de satisfação com a vida subiu de 61,1% para 70,6%.
Os participantes do desafio reduziram de forma significativa o uso diário de TikTok e Instagram, em 30,6 minutos, ou cerca de 50%. Depois de concluir o desafio NOMO de duas semanas, a incidência de sentimentos de depressão caiu quase pela metade, de 38,7% para 20,7%. Os relatos de ansiedade também diminuíram, e a parcela de participantes que se sentiam facilmente distraídos caiu de 47,9% para 36,8%. Ao mesmo tempo, a incidência de satisfação com a vida subiu de 61,1% para 70,6%.
Juntas, essas mudanças sugerem que reduzir o uso das redes sociais ajudou os participantes a se sentirem mais saudáveis, mais felizes e mais satisfeitos com o dia a dia.
Juntas, essas mudanças sugerem que reduzir o uso das redes sociais ajudou os participantes a se sentirem mais saudáveis, mais felizes e mais satisfeitos com o dia a dia.
50%
Menos tempo nas
redes sociais
Menos tempo nas
redes sociais



47%
Queda nos sintomas
de depressão relatados



16%
Aumento na satisfação
com a vida relatada
Melhorias na saúde mental após o desafio NOMO de 2 semanas na UChicago
Melhorias na saúde mental após o desafio NOMO de 2 semanas na UChicago
Out 2024 • Nas últimas duas semanas, em comparação com uma semana normal.
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Inspirando mudanças de comportamento por meio da ação coletiva entre jovens de 13 a 15 anos
Inspirando mudanças de comportamento por meio da ação coletiva entre jovens de 13 a 15 anos
Reino Unido • Nov 2025 – Mai 2026
Reino Unido • Nov 2025 – Mai 2026
Escolas do Reino Unido: uso de redes sociais cai com o NOMO
Média móvel de 7 dias da média diária, entre usuários engajados
Média entre estudantes engajados (com um evento de sequência em até ±3 dias), de 16 abr a 18 mai de 2026.
Com o NOMO = dias ativos dos estudantes da primeira leva; Antes do NOMO = semana anterior à entrada dos estudantes da segunda leva.
Exclui leituras com falha de 0 minuto e dias pré-NOMO com mais de uma semana antes do cadastro. Dias com menos de 5 estudantes foram interpolados.
O NOMO em larga escala no Rio de Janeiro
O NOMO em larga escala no Rio de Janeiro
Brasil • Mai 2026 – Em andamento
Brasil • Mai 2026 – Em andamento
Quando uma escola inteira entra junto, a maioria dos estudantes participa, e a pressão social começa a funcionar no sentido contrário.
Quando uma escola inteira entra junto, a maioria dos estudantes participa, e a pressão social começa a funcionar no sentido contrário.
Em parceria com a Prefeitura do Rio de Janeiro, o NOMO chegou às escolas municipais em 2026. As primeiras 100 escolas já estão participando, e serão 500 até o fim do ano.
Em parceria com a Prefeitura do Rio de Janeiro, o NOMO chegou às escolas municipais em 2026. As primeiras 100 escolas já estão participando, e serão 500 até o fim do ano.
Estudantes e professores embaixadores apresentaram o NOMO. Os alunos competiram por recompensas individuais, como ingressos de cinema e tênis, e as turmas competiram por recompensas coletivas, como passeios e visitas a museus. O resultado foi 83% de adesão, e o estudante médio passa menos de dois minutos por dia no app NOMO.
Estudantes e professores embaixadores apresentaram o NOMO. Os alunos competiram por recompensas individuais, como ingressos de cinema e tênis, e as turmas competiram por recompensas coletivas, como passeios e visitas a museus. O resultado foi 83% de adesão, e o estudante médio passa menos de dois minutos por dia no app NOMO.
Como a norma mudou
Como a norma mudou
Duas coisas se espalharam sozinhas:
Duas coisas se espalharam sozinhas:

O Soquinho viralizou
O Soquinho viralizou
Bloquear os apps junto com um amigo virou um ritual social, e a popularidade na vida real passou a ser o status que importa.
Bloquear os apps junto com um amigo virou um ritual social, e a popularidade na vida real passou a ser o status que importa.

As recompensas por turma criaram FOMO no sentido contrário
As recompensas por turma criaram FOMO no sentido contrário
Quando uma turma ganhava uma recompensa coletiva, as outras queriam participar também.
Quando uma turma ganhava uma recompensa coletiva, as outras queriam participar também.
Esse é o ponto de virada que a proibição australiana nunca alcançou. Em vez de os populares continuarem nas redes, sair delas virou o que todo mundo queria ser visto fazendo.
Esse é o ponto de virada que a proibição australiana nunca alcançou. Em vez de os populares continuarem nas redes, sair delas virou o que todo mundo queria ser visto fazendo.
O que dizem os estudantes
O que dizem os estudantes
Três pesquisas no app, com mais de 1.000 respostas de estudantes de 100 escolas:
Três pesquisas no app, com mais de 1.000 respostas de estudantes de 100 escolas:
O efeito coletivo:
O efeito coletivo:
61% dizem que fica mais fácil usar menos as redes porque os amigos também estão usando menos
74% dizem que aproveitam melhor o tempo
57% relatam menos brigas com colegas por causa de coisas que aconteceram nas redes sociais
61% dizem que fica mais fácil usar menos as redes porque os amigos também estão usando menos
74% dizem que aproveitam melhor o tempo
57% relatam menos brigas com colegas por causa de coisas que aconteceram nas redes sociais
O veredito:
O veredito:
90% relatam um impacto geral positivo na vida
86% querem que o NOMO continue na escola no ano que vem
85% recomendariam a um amigo
90% relatam um impacto geral positivo na vida
86% querem que o NOMO continue na escola no ano que vem
85% recomendariam a um amigo
Para onde vai o tempo: 49% disseram que usaram o tempo livre para dormir
Para onde vai o tempo: 49% disseram que usaram o tempo livre para dormir
Seja parceiro do NOMO e ajude sua comunidade a chegar ao ponto de virada
Seja parceiro do NOMO e ajude sua comunidade a chegar ao ponto de virada
Para gestores públicos, secretarias de educação e autoridades de saúde pública, os cientistas comportamentais do NOMO podem apresentar a pesquisa e explicar como um programa NOMO funciona na prática. Preencha o formulário acima ou envie um e-mail para o NOMO para solicitar uma apresentação.
Para gestores públicos, secretarias de educação e autoridades de saúde pública, os cientistas comportamentais do NOMO podem apresentar a pesquisa e explicar como um programa NOMO funciona na prática. Preencha o formulário acima ou envie um e-mail para o NOMO para solicitar uma apresentação.
Os cientistas comportamentais por trás do NOMO
Os cientistas comportamentais por trás do NOMO

Leonardo Bursztyn
CEO e Fundador
Leonardo (PhD, Harvard) é Saieh Family Professor of Economics na Universidade de Chicago e um dos principais especialistas em economia comportamental. Ele é co-diretor do Programa de Pesquisa em Economia Comportamental do Becker Friedman Institute e lidera o Normal Lab. Sua pesquisa mostra como os ambientes sociais moldam decisões econômicas e políticas ao redor do mundo. É um dos autores do estudo de referência sobre a armadilha das redes sociais.

Angela Duckworth
Conselheira científica
Recipiente do “Genius Grant” da MacArthur, Rosa Lee e Egbert Chang Professor na Universidade da Pensilvânia (UPenn) e autora best-seller de Grit, Angela é uma das maiores especialistas em mudança de comportamento e motivação, com formação em neurociência, psicologia e educação. Ela co-dirige a Behavior Change for Good Initiative na Penn e já assessorou o Banco Mundial, grandes ligas esportivas e CEOs de empresas Fortune 500.

Betsy Levy Paluck
Conselheira científica
Recipiente do “Genius Grant” da MacArthur e Eugene Higgins Professor of Psychology and Public Affairs em Princeton, Betsy foi pioneira em experimentos de campo em larga escala para reduzir preconceito, violência e normas sociais nocivas. Seu trabalho conecta psicologia social e impacto real. É uma autoridade global em intervenções baseadas em evidências para promover mudanças de comportamento e normas sociais em grande escala.

Matthew Gentzkow
Conselheiro científico
Vencedor da Medalha John Bates Clark e Landau Professor of Technology and the Economy em Stanford, Matthew é membro da Academia Nacional de Ciências e um dos principais economistas nos campos de mídia, tecnologia e comportamento. Sua pesquisa explora a interseção entre economia e influência social, com estudos inovadores sobre como a informação molda decisões e atitudes públicas.

Leonardo Bursztyn
CEO e Fundador
Leonardo (PhD, Harvard) é Saieh Family Professor of Economics na Universidade de Chicago e um dos principais especialistas em economia comportamental. Ele é co-diretor do Programa de Pesquisa em Economia Comportamental do Becker Friedman Institute e lidera o Normal Lab. Sua pesquisa mostra como os ambientes sociais moldam decisões econômicas e políticas ao redor do mundo. É um dos autores do estudo de referência sobre a armadilha das redes sociais.

Angela Duckworth
Conselheira científica
Recipiente do “Genius Grant” da MacArthur, Rosa Lee e Egbert Chang Professor na Universidade da Pensilvânia (UPenn) e autora best-seller de Grit, Angela é uma das maiores especialistas em mudança de comportamento e motivação, com formação em neurociência, psicologia e educação. Ela co-dirige a Behavior Change for Good Initiative na Penn e já assessorou o Banco Mundial, grandes ligas esportivas e CEOs de empresas Fortune 500.

Betsy Levy Paluck
Conselheira científica
Recipiente do “Genius Grant” da MacArthur e Eugene Higgins Professor of Psychology and Public Affairs em Princeton, Betsy foi pioneira em experimentos de campo em larga escala para reduzir preconceito, violência e normas sociais nocivas. Seu trabalho conecta psicologia social e impacto real. É uma autoridade global em intervenções baseadas em evidências para promover mudanças de comportamento e normas sociais em grande escala.

Matthew Gentzkow
Conselheiro científico
Vencedor da Medalha John Bates Clark e Landau Professor of Technology and the Economy em Stanford, Matthew é membro da Academia Nacional de Ciências e um dos principais economistas nos campos de mídia, tecnologia e comportamento. Sua pesquisa explora a interseção entre economia e influência social, com estudos inovadores sobre como a informação molda decisões e atitudes públicas.
Perguntas frequentes
Perguntas frequentes
Por que os adolescentes não conseguem sair das redes sociais?
Por que os adolescentes não conseguem sair das redes sociais?
Sair sozinho custa a vida social deles. Planos, grupos e status passam todos pelo feed, então quem sai primeiro fica de fora. Na pesquisa, universitários queriam US$ 59 para ficar um mês sem TikTok sozinhos, mas pagariam US$ 28 para que os colegas saíssem junto. O problema não é força de vontade. É uma armadilha coletiva.
Sair sozinho custa a vida social deles. Planos, grupos e status passam todos pelo feed, então quem sai primeiro fica de fora. Na pesquisa, universitários queriam US$ 59 para ficar um mês sem TikTok sozinhos, mas pagariam US$ 28 para que os colegas saíssem junto. O problema não é força de vontade. É uma armadilha coletiva.
Proibir as redes sociais funciona?
Proibir as redes sociais funciona?
Não por si só. Depois que a Austrália proibiu menores de 16 anos em dezembro de 2025, pesquisadores descobriram que, quatro meses depois, menos de um em cada três jovens de 14 e 15 anos atingidos pela proibição a estavam cumprindo. Dois meses mais tarde, eram cerca de um em cada vinte. Os adolescentes disseram que só seguiriam a proibição se a maioria dos amigos seguisse, e os populares continuaram usando os apps.
Não por si só. Depois que a Austrália proibiu menores de 16 anos em dezembro de 2025, pesquisadores descobriram que, quatro meses depois, menos de um em cada três jovens de 14 e 15 anos atingidos pela proibição a estavam cumprindo. Dois meses mais tarde, eram cerca de um em cada vinte. Os adolescentes disseram que só seguiriam a proibição se a maioria dos amigos seguisse, e os populares continuaram usando os apps.
O que realmente reduz o uso de redes sociais pelos adolescentes?
O que realmente reduz o uso de redes sociais pelos adolescentes?
Mudar o grupo, não só o indivíduo. A pesquisa aponta três coisas: normas que façam de sair das redes a atitude de status, incentivos que recompensem usar menos e alternativas reais para o tempo recuperado. Nos testes do NOMO, o tempo nas redes caiu cerca de pela metade entre estudantes da Universidade de Chicago; o tempo médio diário caiu 40% em um teste randomizado em 52 escolas do Reino Unido; e no Rio de Janeiro, onde as escolas implementaram o programa com estudantes embaixadores e competições entre turmas, 83% dos alunos aderiram.
Mudar o grupo, não só o indivíduo. A pesquisa aponta três coisas: normas que façam de sair das redes a atitude de status, incentivos que recompensem usar menos e alternativas reais para o tempo recuperado. Nos testes do NOMO, o tempo nas redes caiu cerca de pela metade entre estudantes da Universidade de Chicago; o tempo médio diário caiu 40% em um teste randomizado em 52 escolas do Reino Unido; e no Rio de Janeiro, onde as escolas implementaram o programa com estudantes embaixadores e competições entre turmas, 83% dos alunos aderiram.
Como os pais podem tirar os filhos das redes sociais?
Como os pais podem tirar os filhos das redes sociais?
Transforme isso em um esforço de grupo, e não em uma regra da casa. Combine com os pais dos amigos do seu filho para que nenhum adolescente seja o único offline. Planeje atividades reais para preencher o tempo, recompense o progresso em vez de apenas restringir o uso e deixe seu filho assumir a meta como dele. Ferramentas como o NOMO foram criadas para transformar isso em algo que os adolescentes fazem junto com os amigos.
Transforme isso em um esforço de grupo, e não em uma regra da casa. Combine com os pais dos amigos do seu filho para que nenhum adolescente seja o único offline. Planeje atividades reais para preencher o tempo, recompense o progresso em vez de apenas restringir o uso e deixe seu filho assumir a meta como dele. Ferramentas como o NOMO foram criadas para transformar isso em algo que os adolescentes fazem junto com os amigos.
O que é a armadilha das redes sociais?
O que é a armadilha das redes sociais?
A armadilha das redes sociais acontece quando as pessoas continuam usando uma plataforma sem a qual prefeririam viver, porque sair sozinho significa ficar de fora. A pesquisa de Leo Bursztyn mostrou que 64% dos usuários ativos do TikTok e 48% dos usuários do Instagram acreditam que estariam melhor se a plataforma não existisse.
A armadilha das redes sociais acontece quando as pessoas continuam usando uma plataforma sem a qual prefeririam viver, porque sair sozinho significa ficar de fora. A pesquisa de Leo Bursztyn mostrou que 64% dos usuários ativos do TikTok e 48% dos usuários do Instagram acreditam que estariam melhor se a plataforma não existisse.
O que é o NOMO?
O que é o NOMO?
Criado por cientistas comportamentais de renome, o NOMO recompensa adolescentes por passarem menos tempo nas redes. Eles entram em desafios com os amigos, ganham Momentos e os trocam por recompensas e experiências na vida real.
Criado por cientistas comportamentais de renome, o NOMO recompensa adolescentes por passarem menos tempo nas redes. Eles entram em desafios com os amigos, ganham Momentos e os trocam por recompensas e experiências na vida real.

$59
$59
Quanto os estudantes queriam receber para ficar um mês sem TikTok, sozinhos.
Quanto os estudantes queriam receber para ficar um mês sem TikTok, sozinhos.