Como tirar jovens
das redes sociais,
segundo a ciência

Como tirar jovens
das redes sociais,
segundo a ciência

Adolescentes querem usar menos as redes sociais, mas não conseguem largar sozinhos. Estudos e testes de campo de Chicago a Londres e ao Rio de Janeiro mostram como mudar isso.

Adolescentes querem usar menos as redes sociais, mas não conseguem largar sozinhos. Estudos e testes de campo de Chicago a Londres e ao Rio de Janeiro mostram como mudar isso.

Por que os adolescentes passam tanto tempo nas redes sociais?

Por que os adolescentes passam tanto tempo nas redes sociais?

Duas forças mantêm os adolescentes presos ao feed. Os apps são feitos para prender a atenção, e todo mundo que eles conhecem está lá.

Duas forças mantêm os adolescentes presos ao feed. Os apps são feitos para prender a atenção, e todo mundo que eles conhecem está lá.

As plataformas são feitas para isso

As plataformas são feitas para isso

Feeds infinitos, reprodução automática e notificações existem com um único propósito: manter os usuários engajados pelo maior tempo possível. Cada decisão de design é testada e aprimorada com esse objetivo.

Feeds infinitos, reprodução automática e notificações existem com um único propósito: manter os usuários engajados pelo maior tempo possível. Cada decisão de design é testada e aprimorada com esse objetivo.

O feed é onde estão os amigos

O feed é onde estão os amigos

A maioria das soluções ignora essa segunda força. A rede social é social. Planos, grupos, piadas internas, momentos virais e status passam todos pelo feed, então desconectar significa ficar de fora. Um adolescente que sai sozinho não perde só um app. Perde o seu lugar na conversa.

A maioria das soluções ignora essa segunda força. A rede social é social. Planos, grupos, piadas internas, momentos virais e status passam todos pelo feed, então desconectar significa ficar de fora. Um adolescente que sai sozinho não perde só um app. Perde o seu lugar na conversa.

Os adolescentes querem usar menos as redes.
Mas não conseguem fazer isso sozinhos.

Os adolescentes querem usar menos as redes.
Mas não conseguem fazer isso sozinhos.

Baseada em 15 anos de ciência comportamental, a pesquisa de Leonardo Bursztyn mostra que muitos jovens gostariam de passar menos tempo nas redes. Mas ninguém quer ser o único a sair. É uma armadilha coletiva, e escapar dela exige ação coletiva.

Baseada em 15 anos de ciência comportamental, a pesquisa de Leonardo Bursztyn mostra que muitos jovens gostariam de passar menos tempo nas redes. Mas ninguém quer ser o único a sair. É uma armadilha coletiva, e escapar dela exige ação coletiva.

A armadilha das redes sociais

A armadilha das redes sociais

Os jovens querem ser pagos para sair das redes sociais sozinhos, mas pagariam para que todo mundo saísse junto.

Os jovens querem ser pagos para sair das redes sociais sozinhos, mas pagariam para que todo mundo saísse junto.

$59

$59

Quanto os estudantes queriam receber para ficar um mês sem TikTok, sozinhos.

Quanto os estudantes queriam receber para ficar um mês sem TikTok, sozinhos.

$28

$28

Quanto pagariam para que os amigos saíssem junto.

Quanto pagariam para que os amigos saíssem junto.

O motivo? FOMO, o medo de ficar de fora.

Ninguém muda uma norma sozinho

Ninguém muda uma norma sozinho

Em um experimento com incentivos envolvendo mais de 1.000 universitários nos EUA, Bursztyn e seus coautores perguntaram o que seria necessário para os estudantes largarem o TikTok ou o Instagram por um mês. Sair sozinho tinha um custo, e os estudantes queriam ser pagos para isso. Quando a pergunta mudou para "E se seus colegas também saíssem?", a resposta se inverteu. Muitos estudantes pagariam para que isso acontecesse.

Em um experimento com incentivos envolvendo mais de 1.000 universitários nos EUA, Bursztyn e seus coautores perguntaram o que seria necessário para os estudantes largarem o TikTok ou o Instagram por um mês. Sair sozinho tinha um custo, e os estudantes queriam ser pagos para isso. Quando a pergunta mudou para "E se seus colegas também saíssem?", a resposta se inverteu. Muitos estudantes pagariam para que isso acontecesse.

O motivo era o medo de ficar de fora. Para a maioria dos usuários, o valor da plataforma vem do fato de que todo mundo está nela. Os pesquisadores descobriram que 64% dos usuários ativos do TikTok e 48% dos usuários do Instagram achavam que estariam melhor se a plataforma nem existisse.

Eles ficam porque sair sozinho custa caro demais. Essa é a armadilha coletiva.

Bursztyn, Handel, Jiménez-Durán & Roth, "When Product Markets Become Collective Traps: The Case of Social Media," American Economic Review. Leia o estudo →

Por que proibir as redes sociais não basta

Por que proibir as redes sociais não basta

A proibição para menores de 16 anos na Austrália mostra por que regras, sozinhas, não quebram a armadilha

A proibição para menores de 16 anos na Austrália mostra por que regras, sozinhas, não quebram a armadilha

Quando os amigos não cumprem, os jovens também não, e a adesão à proibição australiana desabou em poucos meses.

Quando os amigos não cumprem, os jovens também não, e a adesão à proibição australiana desabou em poucos meses.

Em dezembro de 2025, a Austrália se tornou o primeiro país a proibir menores de 16 anos nas principais redes sociais. Bursztyn e uma equipe que incluía Angela Duckworth e Cass Sunstein entrevistaram adolescentes australianos para entender o que aconteceu.

Em dezembro de 2025, a Austrália se tornou o primeiro país a proibir menores de 16 anos nas principais redes sociais. Bursztyn e uma equipe que incluía Angela Duckworth e Cass Sunstein entrevistaram adolescentes australianos para entender o que aconteceu.

Quatro meses depois, menos de um em cada três adolescentes de 14 e 15 anos atingidos pela proibição a estavam cumprindo. Dois meses mais tarde, a adesão tinha caído para cerca de um em cada vinte. No mesmo período, a parcela desses adolescentes que ainda usava redes sociais subiu de 64% para 92%.

Quatro meses depois, menos de um em cada três adolescentes de 14 e 15 anos atingidos pela proibição a estavam cumprindo. Dois meses mais tarde, a adesão tinha caído para cerca de um em cada vinte. No mesmo período, a parcela desses adolescentes que ainda usava redes sociais subiu de 64% para 92%.

Percentual de jovens de 14 e 15 anos atingidos pela proibição
Taxa de uso
Adesão estimada
NOMO: Momentos de VerdadeAbril de 2026 64/27 6.5/8 | Junho de 2026 92/6 3.5/3.80%20%40%60%80%100%64%27%Abril de 202692%6%Junho de 2026

↑ Parcela de jovens de 14 e 15 anos atingidos pela proibição na Austrália, abril vs. junho de 2026. Fonte: Bursztyn et al., 2026.

Por que a proibição falhou

Por que a proibição falhou

1

Rede social é social

Rede social é social

A maioria dos adolescentes que continuou usando os apps deu motivos sociais, e a maioria acreditava que os amigos ainda estavam lá. Uma proibição só funciona se os colegas também a seguirem.

A maioria dos adolescentes que continuou usando os apps deu motivos sociais, e a maioria acreditava que os amigos ainda estavam lá. Uma proibição só funciona se os colegas também a seguirem.

2

É preciso chegar a um ponto de virada

É preciso chegar a um ponto de virada

Os adolescentes disseram que cumpririam a regra quando cerca de dois terços dos colegas cumprissem. A adesão nunca chegou perto disso, e tudo desmoronou.

Os adolescentes disseram que cumpririam a regra quando cerca de dois terços dos colegas cumprissem. A adesão nunca chegou perto disso, e tudo desmoronou.

3

Mas isso não basta

Mas isso não basta

Quem cumpria a proibição era visto como menos popular. Enquanto os jovens populares e influentes não saírem também, sair parece perder status.

Quem cumpria a proibição era visto como menos popular. Enquanto os jovens populares e influentes não saírem também, sair parece perder status.

Uma proibição muda as regras. Não muda o motivo pelo qual os jovens querem estar lá. Para isso, é preciso outra abordagem.

Uma proibição muda as regras. Não muda o motivo pelo qual os jovens querem estar lá. Para isso, é preciso outra abordagem.

Bursztyn, Duckworth, Jiménez-Durán, Leonard, Milojević, Roth & Sunstein, "Tipping Points and Australia's Social Media Ban," NBER Working Paper 35162. Leia o estudo →

A própria eSafety Commissioner australiana informou que 81% dos menores de 16 ainda usavam redes sociais 3 meses depois que a proibição entrou em vigor.

A própria eSafety Commissioner australiana informou que 81% dos menores de 16 ainda usavam redes sociais 3 meses depois que a proibição entrou em vigor.

O que funciona para tirar crianças e adolescentes das redes sociais

O que funciona para tirar crianças e adolescentes das redes sociais

Para tirar crianças e adolescentes das redes sociais, é preciso mudar o que os amigos deles fazem, não só o que eles têm permissão para fazer. A pesquisa aponta três coisas que levam um grupo ao ponto de virada: novas normas, incentivos reais e algo melhor para fazer com o tempo.

Para tirar crianças e adolescentes das redes sociais, é preciso mudar o que os amigos deles fazem, não só o que eles têm permissão para fazer. A pesquisa aponta três coisas que levam um grupo ao ponto de virada: novas normas, incentivos reais e algo melhor para fazer com o tempo.

Mudanças nas plataformas e proibições atuam no lado da oferta, ou seja, em como os apps funcionam e em quem pode usá-los e quando. Elas não tocam no lado da demanda: a atração social que faz os adolescentes quererem estar lá e procurarem um jeito de contornar a regra quando não podem.

Mudanças nas plataformas e proibições atuam no lado da oferta, ou seja, em como os apps funcionam e em quem pode usá-los e quando. Elas não tocam no lado da demanda: a atração social que faz os adolescentes quererem estar lá e procurarem um jeito de contornar a regra quando não podem.

Os adolescentes saem de vez das redes quando um número suficiente de amigos sai também.

Os adolescentes saem de vez das redes quando um número suficiente de amigos sai também.

Colocados em prática juntos, esses princípios funcionam como uma atividade em grupo, não como um exercício de força de vontade individual. Foi para isso que o NOMO foi criado.

Colocados em prática juntos, esses princípios funcionam como uma atividade em grupo, não como um exercício de força de vontade individual. Foi para isso que o NOMO foi criado.

Como o NOMO coloca a pesquisa em prática

Como o NOMO coloca a pesquisa em prática

Criado por cientistas comportamentais de renome, o NOMO foi pensado para mudar um hábito coletivo, não só um hábito individual.

Criado por cientistas comportamentais de renome, o NOMO foi pensado para mudar um hábito coletivo, não só um hábito individual.

O NOMO usa a ciência da ação coletiva e dos incentivos para ajudar as pessoas a retomarem o controle do seu tempo. As pessoas dedicam tanto tempo às redes sociais porque todo mundo faz o mesmo, então a mudança precisa acontecer em conjunto. O NOMO leva grupos inteiros a um equilíbrio mais saudável com a vida real, e marcas parceiras recompensam isso.

O NOMO usa a ciência da ação coletiva e dos incentivos para ajudar as pessoas a retomarem o controle do seu tempo. As pessoas dedicam tanto tempo às redes sociais porque todo mundo faz o mesmo, então a mudança precisa acontecer em conjunto. O NOMO leva grupos inteiros a um equilíbrio mais saudável com a vida real, e marcas parceiras recompensam isso.

Ação coletiva

Desafios e Soquinhos

Desafios e Soquinhos

Os jovens entram em desafios com os amigos e fazem um Soquinho com os celulares para bloquear os apps enquanto estão juntos, ganhando Momentos extras com isso. Ninguém sai das redes sozinho.

Os jovens entram em desafios com os amigos e fazem um Soquinho com os celulares para bloquear os apps enquanto estão juntos, ganhando Momentos extras com isso. Ninguém sai das redes sozinho.

Normas

Ranking

Ranking

Amigos competem por Momentos, então o status se torna aproveitar bem o tempo ao invés de passar mais tempo online. A mesma energia social que antes empurrava para o feed agora os afasta dele.

Amigos competem por Momentos, então o status se torna aproveitar bem o tempo ao invés de passar mais tempo online. A mesma energia social que antes empurrava para o feed agora os afasta dele.

Incentivos

Recompensas reais

Recompensas reais

Menos tempo nas redes rende mais Momentos, que os jovens trocam por recompensas e experiências. O incentivo faz os primeiros se mexerem e ajuda o grupo a chegar ao ponto de virada.

Menos tempo nas redes rende mais Momentos, que os jovens trocam por recompensas e experiências. O incentivo faz os primeiros se mexerem e ajuda o grupo a chegar ao ponto de virada.

Alternativas

Ideias de que fazer

Ideias de que fazer

O NOMO sugere atividades em tempo real, e muitas recompensas já são, por si só, algo para fazer. O tempo recuperado volta para a vida real.

O NOMO sugere atividades em tempo real, e muitas recompensas já são, por si só, algo para fazer. O tempo recuperado volta para a vida real.

Essa é a teoria. Veja o que aconteceu quando os adolescentes usaram o NOMO.

Essa é a teoria. Veja o que aconteceu quando os adolescentes usaram o NOMO.

O estudo da Universidade de Chicago

O estudo da Universidade de Chicago

Estados Unidos • Out 2024

Estados Unidos • Out 2024

Um experimento piloto foi realizado na Universidade de Chicago com 808 participantes. O principal objetivo era reduzir o uso de Instagram e TikTok pelos estudantes, impondo um limite diário combinado de 60 minutos durante duas semanas.

Um experimento piloto foi realizado na Universidade de Chicago com 808 participantes. O principal objetivo era reduzir o uso de Instagram e TikTok pelos estudantes, impondo um limite diário combinado de 60 minutos durante duas semanas.

Os participantes do desafio reduziram de forma significativa o uso diário de TikTok e Instagram, em 30,6 minutos, ou cerca de 50%. Depois de concluir o desafio NOMO de duas semanas, a incidência de sentimentos de depressão caiu quase pela metade, de 38,7% para 20,7%. Os relatos de ansiedade também diminuíram, e a parcela de participantes que se sentiam facilmente distraídos caiu de 47,9% para 36,8%. Ao mesmo tempo, a incidência de satisfação com a vida subiu de 61,1% para 70,6%.

Os participantes do desafio reduziram de forma significativa o uso diário de TikTok e Instagram, em 30,6 minutos, ou cerca de 50%. Depois de concluir o desafio NOMO de duas semanas, a incidência de sentimentos de depressão caiu quase pela metade, de 38,7% para 20,7%. Os relatos de ansiedade também diminuíram, e a parcela de participantes que se sentiam facilmente distraídos caiu de 47,9% para 36,8%. Ao mesmo tempo, a incidência de satisfação com a vida subiu de 61,1% para 70,6%.

Juntas, essas mudanças sugerem que reduzir o uso das redes sociais ajudou os participantes a se sentirem mais saudáveis, mais felizes e mais satisfeitos com o dia a dia.

Juntas, essas mudanças sugerem que reduzir o uso das redes sociais ajudou os participantes a se sentirem mais saudáveis, mais felizes e mais satisfeitos com o dia a dia.

50%

Menos tempo nas

redes sociais

Menos tempo nas

redes sociais

47%

Queda nos sintomas

de depressão relatados

16%

Aumento na satisfação

com a vida relatada

Melhorias na saúde mental após o desafio NOMO de 2 semanas na UChicago

Melhorias na saúde mental após o desafio NOMO de 2 semanas na UChicago

Out 2024 • Nas últimas duas semanas, em comparação com uma semana normal.

NOMO: Momentos de VerdadeGráfico de barras agrupadas comparando o grupo de controle e os usuários do NOMO em afirmações sobre bem-estar.0%20%40%60%80%61.1%70.7%Me senti satisfeitocom a minha vida59.1%55.0%Me senti ansioso38.7%20.7%Me senti deprimido47.9%36.8%Me distraí comfacilidadeParcela de participantes que concordam (%)
16% de aumento na satisfação com a vida
47% de queda na incidência de depressão
Grupo de controle
Usuários do NOMO

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Inspirando mudanças de comportamento por meio da ação coletiva entre jovens de 13 a 15 anos

Inspirando mudanças de comportamento por meio da ação coletiva entre jovens de 13 a 15 anos

Reino Unido • Nov 2025 – Mai 2026

Reino Unido • Nov 2025 – Mai 2026

Em parceria com a Nesta e o BIT, um teste do NOMO no Reino Unido com jovens de 13 a 15 anos em 52 escolas mostrou uma queda de 62% na mediana do tempo diário nas redes, e os estudantes recuperaram quase uma hora por dia.

Em parceria com a Nesta e o BIT, um teste do NOMO no Reino Unido com jovens de 13 a 15 anos em 52 escolas mostrou uma queda de 62% na mediana do tempo diário nas redes, e os estudantes recuperaram quase uma hora por dia.

Escolas do Reino Unido: uso de redes sociais cai com o NOMO

Média móvel de 7 dias da média diária, entre usuários engajados

Antes do NOMO
~135 min/dia
Com o NOMO
~80 min/dia
NOMO: Momentos de VerdadeTendência diária aproximada por amostragem, de 16 de abril a 18 de maio.05010015019 abr26 abr3 mai10 mai17 maiMinutos diários nas redes sociais
cerca de 40% a menos
~55 min/dia a menos

Média entre estudantes engajados (com um evento de sequência em até ±3 dias), de 16 abr a 18 mai de 2026.

Com o NOMO = dias ativos dos estudantes da primeira leva; Antes do NOMO = semana anterior à entrada dos estudantes da segunda leva.

Exclui leituras com falha de 0 minuto e dias pré-NOMO com mais de uma semana antes do cadastro. Dias com menos de 5 estudantes foram interpolados.

O NOMO em larga escala no Rio de Janeiro

O NOMO em larga escala no Rio de Janeiro

Brasil • Mai 2026 – Em andamento

Brasil • Mai 2026 – Em andamento

Quando uma escola inteira entra junto, a maioria dos estudantes participa, e a pressão social começa a funcionar no sentido contrário.

Quando uma escola inteira entra junto, a maioria dos estudantes participa, e a pressão social começa a funcionar no sentido contrário.

Em parceria com a Prefeitura do Rio de Janeiro, o NOMO chegou às escolas municipais em 2026. As primeiras 100 escolas já estão participando, e serão 500 até o fim do ano.

Em parceria com a Prefeitura do Rio de Janeiro, o NOMO chegou às escolas municipais em 2026. As primeiras 100 escolas já estão participando, e serão 500 até o fim do ano.

Estudantes e professores embaixadores apresentaram o NOMO. Os alunos competiram por recompensas individuais, como ingressos de cinema e tênis, e as turmas competiram por recompensas coletivas, como passeios e visitas a museus. O resultado foi 83% de adesão, e o estudante médio passa menos de dois minutos por dia no app NOMO.

Estudantes e professores embaixadores apresentaram o NOMO. Os alunos competiram por recompensas individuais, como ingressos de cinema e tênis, e as turmas competiram por recompensas coletivas, como passeios e visitas a museus. O resultado foi 83% de adesão, e o estudante médio passa menos de dois minutos por dia no app NOMO.

Como a norma mudou

Como a norma mudou

Duas coisas se espalharam sozinhas:

Duas coisas se espalharam sozinhas:

1

O Soquinho viralizou

O Soquinho viralizou

Bloquear os apps junto com um amigo virou um ritual social, e a popularidade na vida real passou a ser o status que importa.

Bloquear os apps junto com um amigo virou um ritual social, e a popularidade na vida real passou a ser o status que importa.

2

As recompensas por turma criaram FOMO no sentido contrário

As recompensas por turma criaram FOMO no sentido contrário

Quando uma turma ganhava uma recompensa coletiva, as outras queriam participar também.

Quando uma turma ganhava uma recompensa coletiva, as outras queriam participar também.

Esse é o ponto de virada que a proibição australiana nunca alcançou. Em vez de os populares continuarem nas redes, sair delas virou o que todo mundo queria ser visto fazendo.

Esse é o ponto de virada que a proibição australiana nunca alcançou. Em vez de os populares continuarem nas redes, sair delas virou o que todo mundo queria ser visto fazendo.

O que dizem os estudantes

O que dizem os estudantes

Três pesquisas no app, com mais de 1.000 respostas de estudantes de 100 escolas:

Três pesquisas no app, com mais de 1.000 respostas de estudantes de 100 escolas:

O efeito coletivo:

O efeito coletivo:

61% dizem que fica mais fácil usar menos as redes porque os amigos também estão usando menos

74% dizem que aproveitam melhor o tempo

57% relatam menos brigas com colegas por causa de coisas que aconteceram nas redes sociais

61% dizem que fica mais fácil usar menos as redes porque os amigos também estão usando menos

74% dizem que aproveitam melhor o tempo

57% relatam menos brigas com colegas por causa de coisas que aconteceram nas redes sociais

O veredito:

O veredito:

90% relatam um impacto geral positivo na vida

86% querem que o NOMO continue na escola no ano que vem

85% recomendariam a um amigo

90% relatam um impacto geral positivo na vida

86% querem que o NOMO continue na escola no ano que vem

85% recomendariam a um amigo

Para onde vai o tempo: 49% disseram que usaram o tempo livre para dormir

Para onde vai o tempo: 49% disseram que usaram o tempo livre para dormir

Seja parceiro do NOMO e ajude sua comunidade a chegar ao ponto de virada

Seja parceiro do NOMO e ajude sua comunidade a chegar ao ponto de virada

Para gestores públicos, secretarias de educação e autoridades de saúde pública, os cientistas comportamentais do NOMO podem apresentar a pesquisa e explicar como um programa NOMO funciona na prática. Preencha o formulário acima ou envie um e-mail para o NOMO para solicitar uma apresentação.

Para gestores públicos, secretarias de educação e autoridades de saúde pública, os cientistas comportamentais do NOMO podem apresentar a pesquisa e explicar como um programa NOMO funciona na prática. Preencha o formulário acima ou envie um e-mail para o NOMO para solicitar uma apresentação.

Os cientistas comportamentais por trás do NOMO

Os cientistas comportamentais por trás do NOMO

Perguntas frequentes

Perguntas frequentes

Por que os adolescentes não conseguem sair das redes sociais?

Por que os adolescentes não conseguem sair das redes sociais?

Sair sozinho custa a vida social deles. Planos, grupos e status passam todos pelo feed, então quem sai primeiro fica de fora. Na pesquisa, universitários queriam US$ 59 para ficar um mês sem TikTok sozinhos, mas pagariam US$ 28 para que os colegas saíssem junto. O problema não é força de vontade. É uma armadilha coletiva.

Sair sozinho custa a vida social deles. Planos, grupos e status passam todos pelo feed, então quem sai primeiro fica de fora. Na pesquisa, universitários queriam US$ 59 para ficar um mês sem TikTok sozinhos, mas pagariam US$ 28 para que os colegas saíssem junto. O problema não é força de vontade. É uma armadilha coletiva.

Proibir as redes sociais funciona?

Proibir as redes sociais funciona?

Não por si só. Depois que a Austrália proibiu menores de 16 anos em dezembro de 2025, pesquisadores descobriram que, quatro meses depois, menos de um em cada três jovens de 14 e 15 anos atingidos pela proibição a estavam cumprindo. Dois meses mais tarde, eram cerca de um em cada vinte. Os adolescentes disseram que só seguiriam a proibição se a maioria dos amigos seguisse, e os populares continuaram usando os apps.

Não por si só. Depois que a Austrália proibiu menores de 16 anos em dezembro de 2025, pesquisadores descobriram que, quatro meses depois, menos de um em cada três jovens de 14 e 15 anos atingidos pela proibição a estavam cumprindo. Dois meses mais tarde, eram cerca de um em cada vinte. Os adolescentes disseram que só seguiriam a proibição se a maioria dos amigos seguisse, e os populares continuaram usando os apps.

O que realmente reduz o uso de redes sociais pelos adolescentes?

O que realmente reduz o uso de redes sociais pelos adolescentes?

Mudar o grupo, não só o indivíduo. A pesquisa aponta três coisas: normas que façam de sair das redes a atitude de status, incentivos que recompensem usar menos e alternativas reais para o tempo recuperado. Nos testes do NOMO, o tempo nas redes caiu cerca de pela metade entre estudantes da Universidade de Chicago; o tempo médio diário caiu 40% em um teste randomizado em 52 escolas do Reino Unido; e no Rio de Janeiro, onde as escolas implementaram o programa com estudantes embaixadores e competições entre turmas, 83% dos alunos aderiram.

Mudar o grupo, não só o indivíduo. A pesquisa aponta três coisas: normas que façam de sair das redes a atitude de status, incentivos que recompensem usar menos e alternativas reais para o tempo recuperado. Nos testes do NOMO, o tempo nas redes caiu cerca de pela metade entre estudantes da Universidade de Chicago; o tempo médio diário caiu 40% em um teste randomizado em 52 escolas do Reino Unido; e no Rio de Janeiro, onde as escolas implementaram o programa com estudantes embaixadores e competições entre turmas, 83% dos alunos aderiram.

Como os pais podem tirar os filhos das redes sociais?

Como os pais podem tirar os filhos das redes sociais?

Transforme isso em um esforço de grupo, e não em uma regra da casa. Combine com os pais dos amigos do seu filho para que nenhum adolescente seja o único offline. Planeje atividades reais para preencher o tempo, recompense o progresso em vez de apenas restringir o uso e deixe seu filho assumir a meta como dele. Ferramentas como o NOMO foram criadas para transformar isso em algo que os adolescentes fazem junto com os amigos.

Transforme isso em um esforço de grupo, e não em uma regra da casa. Combine com os pais dos amigos do seu filho para que nenhum adolescente seja o único offline. Planeje atividades reais para preencher o tempo, recompense o progresso em vez de apenas restringir o uso e deixe seu filho assumir a meta como dele. Ferramentas como o NOMO foram criadas para transformar isso em algo que os adolescentes fazem junto com os amigos.

O que é a armadilha das redes sociais?

O que é a armadilha das redes sociais?

A armadilha das redes sociais acontece quando as pessoas continuam usando uma plataforma sem a qual prefeririam viver, porque sair sozinho significa ficar de fora. A pesquisa de Leo Bursztyn mostrou que 64% dos usuários ativos do TikTok e 48% dos usuários do Instagram acreditam que estariam melhor se a plataforma não existisse.

A armadilha das redes sociais acontece quando as pessoas continuam usando uma plataforma sem a qual prefeririam viver, porque sair sozinho significa ficar de fora. A pesquisa de Leo Bursztyn mostrou que 64% dos usuários ativos do TikTok e 48% dos usuários do Instagram acreditam que estariam melhor se a plataforma não existisse.

O que é o NOMO?

O que é o NOMO?

Criado por cientistas comportamentais de renome, o NOMO recompensa adolescentes por passarem menos tempo nas redes. Eles entram em desafios com os amigos, ganham Momentos e os trocam por recompensas e experiências na vida real.

Criado por cientistas comportamentais de renome, o NOMO recompensa adolescentes por passarem menos tempo nas redes. Eles entram em desafios com os amigos, ganham Momentos e os trocam por recompensas e experiências na vida real.

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© NOMO Brasil Ltda – 63.501.995/0001-94
R. Cerro Corá, 2175 - São Paulo-SP - 05061-450

Privacidade

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Como tirar jovens
das redes sociais,
segundo a ciência

Como tirar jovens
das redes sociais,
segundo a ciência

Adolescentes querem usar menos as redes sociais, mas não conseguem largar sozinhos. Estudos e testes de campo de Chicago a Londres e ao Rio de Janeiro mostram como mudar isso.

Adolescentes querem usar menos as redes sociais, mas não conseguem largar sozinhos. Estudos e testes de campo de Chicago a Londres e ao Rio de Janeiro mostram como mudar isso.

Por que os adolescentes passam tanto tempo nas redes sociais?

Por que os adolescentes passam tanto tempo nas redes sociais?

Duas forças mantêm os adolescentes presos ao feed. Os apps são feitos para prender a atenção, e todo mundo que eles conhecem está lá.

Duas forças mantêm os adolescentes presos ao feed. Os apps são feitos para prender a atenção, e todo mundo que eles conhecem está lá.

As plataformas são feitas para isso

As plataformas são feitas para isso

Feeds infinitos, reprodução automática e notificações existem com um único propósito: manter os usuários engajados pelo maior tempo possível. Cada decisão de design é testada e aprimorada com esse objetivo.

Feeds infinitos, reprodução automática e notificações existem com um único propósito: manter os usuários engajados pelo maior tempo possível. Cada decisão de design é testada e aprimorada com esse objetivo.

O feed é onde estão os amigos

O feed é onde estão os amigos

A maioria das soluções ignora essa segunda força. A rede social é social. Planos, grupos, piadas internas, momentos virais e status passam todos pelo feed, então desconectar significa ficar de fora. Um adolescente que sai sozinho não perde só um app. Perde o seu lugar na conversa.

A maioria das soluções ignora essa segunda força. A rede social é social. Planos, grupos, piadas internas, momentos virais e status passam todos pelo feed, então desconectar significa ficar de fora. Um adolescente que sai sozinho não perde só um app. Perde o seu lugar na conversa.

Os adolescentes querem usar menos as redes.
Mas não conseguem fazer isso sozinhos.

Os adolescentes querem usar menos as redes.
Mas não conseguem fazer isso sozinhos.

Baseada em 15 anos de ciência comportamental, a pesquisa de Leonardo Bursztyn mostra que muitos jovens gostariam de passar menos tempo nas redes. Mas ninguém quer ser o único a sair. É uma armadilha coletiva, e escapar dela exige ação coletiva.

Baseada em 15 anos de ciência comportamental, a pesquisa de Leonardo Bursztyn mostra que muitos jovens gostariam de passar menos tempo nas redes. Mas ninguém quer ser o único a sair. É uma armadilha coletiva, e escapar dela exige ação coletiva.

A armadilha das redes sociais

A armadilha das redes sociais

Os jovens querem ser pagos para sair das redes sociais sozinhos, mas pagariam para que todo mundo saísse junto.

Os jovens querem ser pagos para sair das redes sociais sozinhos, mas pagariam para que todo mundo saísse junto.

$59

$59

Quanto os estudantes queriam receber para ficar um mês sem TikTok, sozinhos.

Quanto os estudantes queriam receber para ficar um mês sem TikTok, sozinhos.

$28

$28

Quanto pagariam para que os amigos saíssem junto.

Quanto pagariam para que os amigos saíssem junto.

O motivo? FOMO, o medo de ficar de fora.

Ninguém muda uma norma sozinho

Ninguém muda uma norma sozinho

Em um experimento com incentivos envolvendo mais de 1.000 universitários nos EUA, Bursztyn e seus coautores perguntaram o que seria necessário para os estudantes largarem o TikTok ou o Instagram por um mês. Sair sozinho tinha um custo, e os estudantes queriam ser pagos para isso. Quando a pergunta mudou para "E se seus colegas também saíssem?", a resposta se inverteu. Muitos estudantes pagariam para que isso acontecesse.

Em um experimento com incentivos envolvendo mais de 1.000 universitários nos EUA, Bursztyn e seus coautores perguntaram o que seria necessário para os estudantes largarem o TikTok ou o Instagram por um mês. Sair sozinho tinha um custo, e os estudantes queriam ser pagos para isso. Quando a pergunta mudou para "E se seus colegas também saíssem?", a resposta se inverteu. Muitos estudantes pagariam para que isso acontecesse.

O motivo era o medo de ficar de fora. Para a maioria dos usuários, o valor da plataforma vem do fato de que todo mundo está nela. Os pesquisadores descobriram que 64% dos usuários ativos do TikTok e 48% dos usuários do Instagram achavam que estariam melhor se a plataforma nem existisse.

Eles ficam porque sair sozinho custa caro demais. Essa é a armadilha coletiva.

Bursztyn, Handel, Jiménez-Durán & Roth, "When Product Markets Become Collective Traps: The Case of Social Media," American Economic Review. Leia o estudo →

Por que proibir as redes sociais não basta

Por que proibir as redes sociais não basta

A proibição para menores de 16 anos na Austrália mostra por que regras, sozinhas, não quebram a armadilha

A proibição para menores de 16 anos na Austrália mostra por que regras, sozinhas, não quebram a armadilha

Quando os amigos não cumprem, os jovens também não, e a adesão à proibição australiana desabou em poucos meses.

Quando os amigos não cumprem, os jovens também não, e a adesão à proibição australiana desabou em poucos meses.

Em dezembro de 2025, a Austrália se tornou o primeiro país a proibir menores de 16 anos nas principais redes sociais. Bursztyn e uma equipe que incluía Angela Duckworth e Cass Sunstein entrevistaram adolescentes australianos para entender o que aconteceu.

Em dezembro de 2025, a Austrália se tornou o primeiro país a proibir menores de 16 anos nas principais redes sociais. Bursztyn e uma equipe que incluía Angela Duckworth e Cass Sunstein entrevistaram adolescentes australianos para entender o que aconteceu.

Quatro meses depois, menos de um em cada três adolescentes de 14 e 15 anos atingidos pela proibição a estavam cumprindo. Dois meses mais tarde, a adesão tinha caído para cerca de um em cada vinte. No mesmo período, a parcela desses adolescentes que ainda usava redes sociais subiu de 64% para 92%.

Quatro meses depois, menos de um em cada três adolescentes de 14 e 15 anos atingidos pela proibição a estavam cumprindo. Dois meses mais tarde, a adesão tinha caído para cerca de um em cada vinte. No mesmo período, a parcela desses adolescentes que ainda usava redes sociais subiu de 64% para 92%.

Percentual de jovens de 14 e 15 anos atingidos pela proibição
Taxa de uso
Adesão estimada
NOMO: Momentos de VerdadeAbril de 2026 64/27 6.5/8 | Junho de 2026 92/6 3.5/3.80%20%40%60%80%100%64%27%Abril de 202692%6%Junho de 2026

↑ Parcela de jovens de 14 e 15 anos atingidos pela proibição na Austrália, abril vs. junho de 2026. Fonte: Bursztyn et al., 2026.

Por que a proibição falhou

Por que a proibição falhou

1

Rede social é social

Rede social é social

A maioria dos adolescentes que continuou usando os apps deu motivos sociais, e a maioria acreditava que os amigos ainda estavam lá. Uma proibição só funciona se os colegas também a seguirem.

A maioria dos adolescentes que continuou usando os apps deu motivos sociais, e a maioria acreditava que os amigos ainda estavam lá. Uma proibição só funciona se os colegas também a seguirem.

2

É preciso chegar a um ponto de virada

É preciso chegar a um ponto de virada

Os adolescentes disseram que cumpririam a regra quando cerca de dois terços dos colegas cumprissem. A adesão nunca chegou perto disso, e tudo desmoronou.

Os adolescentes disseram que cumpririam a regra quando cerca de dois terços dos colegas cumprissem. A adesão nunca chegou perto disso, e tudo desmoronou.

3

Mas isso não basta

Mas isso não basta

Quem cumpria a proibição era visto como menos popular. Enquanto os jovens populares e influentes não saírem também, sair parece perder status.

Quem cumpria a proibição era visto como menos popular. Enquanto os jovens populares e influentes não saírem também, sair parece perder status.

Uma proibição muda as regras. Não muda o motivo pelo qual os jovens querem estar lá. Para isso, é preciso outra abordagem.

Uma proibição muda as regras. Não muda o motivo pelo qual os jovens querem estar lá. Para isso, é preciso outra abordagem.

Bursztyn, Duckworth, Jiménez-Durán, Leonard, Milojević, Roth & Sunstein, "Tipping Points and Australia's Social Media Ban," NBER Working Paper 35162. Leia o estudo →

A própria eSafety Commissioner australiana informou que 81% dos menores de 16 ainda usavam redes sociais 3 meses depois que a proibição entrou em vigor.

A própria eSafety Commissioner australiana informou que 81% dos menores de 16 ainda usavam redes sociais 3 meses depois que a proibição entrou em vigor.

O que funciona para tirar crianças e adolescentes das redes sociais

O que funciona para tirar crianças e adolescentes das redes sociais

Para tirar crianças e adolescentes das redes sociais, é preciso mudar o que os amigos deles fazem, não só o que eles têm permissão para fazer. A pesquisa aponta três coisas que levam um grupo ao ponto de virada: novas normas, incentivos reais e algo melhor para fazer com o tempo.

Para tirar crianças e adolescentes das redes sociais, é preciso mudar o que os amigos deles fazem, não só o que eles têm permissão para fazer. A pesquisa aponta três coisas que levam um grupo ao ponto de virada: novas normas, incentivos reais e algo melhor para fazer com o tempo.

Mudanças nas plataformas e proibições atuam no lado da oferta, ou seja, em como os apps funcionam e em quem pode usá-los e quando. Elas não tocam no lado da demanda: a atração social que faz os adolescentes quererem estar lá e procurarem um jeito de contornar a regra quando não podem.

Mudanças nas plataformas e proibições atuam no lado da oferta, ou seja, em como os apps funcionam e em quem pode usá-los e quando. Elas não tocam no lado da demanda: a atração social que faz os adolescentes quererem estar lá e procurarem um jeito de contornar a regra quando não podem.

Os adolescentes saem de vez das redes quando um número suficiente de amigos sai também.

Os adolescentes saem de vez das redes quando um número suficiente de amigos sai também.

Colocados em prática juntos, esses princípios funcionam como uma atividade em grupo, não como um exercício de força de vontade individual. Foi para isso que o NOMO foi criado.

Colocados em prática juntos, esses princípios funcionam como uma atividade em grupo, não como um exercício de força de vontade individual. Foi para isso que o NOMO foi criado.

Como o NOMO coloca a pesquisa em prática

Como o NOMO coloca a pesquisa em prática

Criado por cientistas comportamentais de renome, o NOMO foi pensado para mudar um hábito coletivo, não só um hábito individual.

Criado por cientistas comportamentais de renome, o NOMO foi pensado para mudar um hábito coletivo, não só um hábito individual.

O NOMO usa a ciência da ação coletiva e dos incentivos para ajudar as pessoas a retomarem o controle do seu tempo. As pessoas dedicam tanto tempo às redes sociais porque todo mundo faz o mesmo, então a mudança precisa acontecer em conjunto. O NOMO leva grupos inteiros a um equilíbrio mais saudável com a vida real, e marcas parceiras recompensam isso.

O NOMO usa a ciência da ação coletiva e dos incentivos para ajudar as pessoas a retomarem o controle do seu tempo. As pessoas dedicam tanto tempo às redes sociais porque todo mundo faz o mesmo, então a mudança precisa acontecer em conjunto. O NOMO leva grupos inteiros a um equilíbrio mais saudável com a vida real, e marcas parceiras recompensam isso.

Ação coletiva

Desafios e Soquinhos

Desafios e Soquinhos

Os jovens entram em desafios com os amigos e fazem um Soquinho com os celulares para bloquear os apps enquanto estão juntos, ganhando Momentos extras com isso. Ninguém sai das redes sozinho.

Os jovens entram em desafios com os amigos e fazem um Soquinho com os celulares para bloquear os apps enquanto estão juntos, ganhando Momentos extras com isso. Ninguém sai das redes sozinho.

Normas

Ranking

Ranking

Amigos competem por Momentos, então o status se torna aproveitar bem o tempo ao invés de passar mais tempo online. A mesma energia social que antes empurrava para o feed agora os afasta dele.

Amigos competem por Momentos, então o status se torna aproveitar bem o tempo ao invés de passar mais tempo online. A mesma energia social que antes empurrava para o feed agora os afasta dele.

Incentivos

Recompensas reais

Recompensas reais

Menos tempo nas redes rende mais Momentos, que os jovens trocam por recompensas e experiências. O incentivo faz os primeiros se mexerem e ajuda o grupo a chegar ao ponto de virada.

Menos tempo nas redes rende mais Momentos, que os jovens trocam por recompensas e experiências. O incentivo faz os primeiros se mexerem e ajuda o grupo a chegar ao ponto de virada.

Alternativas

Ideias de que fazer

Ideias de que fazer

O NOMO sugere atividades em tempo real, e muitas recompensas já são, por si só, algo para fazer. O tempo recuperado volta para a vida real.

O NOMO sugere atividades em tempo real, e muitas recompensas já são, por si só, algo para fazer. O tempo recuperado volta para a vida real.

Essa é a teoria. Veja o que aconteceu quando os adolescentes usaram o NOMO.

Essa é a teoria. Veja o que aconteceu quando os adolescentes usaram o NOMO.

O estudo da Universidade de Chicago

O estudo da Universidade de Chicago

Estados Unidos • Out 2024

Estados Unidos • Out 2024

Um experimento piloto foi realizado na Universidade de Chicago com 808 participantes. O principal objetivo era reduzir o uso de Instagram e TikTok pelos estudantes, impondo um limite diário combinado de 60 minutos durante duas semanas.

Um experimento piloto foi realizado na Universidade de Chicago com 808 participantes. O principal objetivo era reduzir o uso de Instagram e TikTok pelos estudantes, impondo um limite diário combinado de 60 minutos durante duas semanas.

Os participantes do desafio reduziram de forma significativa o uso diário de TikTok e Instagram, em 30,6 minutos, ou cerca de 50%. Depois de concluir o desafio NOMO de duas semanas, a incidência de sentimentos de depressão caiu quase pela metade, de 38,7% para 20,7%. Os relatos de ansiedade também diminuíram, e a parcela de participantes que se sentiam facilmente distraídos caiu de 47,9% para 36,8%. Ao mesmo tempo, a incidência de satisfação com a vida subiu de 61,1% para 70,6%.

Os participantes do desafio reduziram de forma significativa o uso diário de TikTok e Instagram, em 30,6 minutos, ou cerca de 50%. Depois de concluir o desafio NOMO de duas semanas, a incidência de sentimentos de depressão caiu quase pela metade, de 38,7% para 20,7%. Os relatos de ansiedade também diminuíram, e a parcela de participantes que se sentiam facilmente distraídos caiu de 47,9% para 36,8%. Ao mesmo tempo, a incidência de satisfação com a vida subiu de 61,1% para 70,6%.

Juntas, essas mudanças sugerem que reduzir o uso das redes sociais ajudou os participantes a se sentirem mais saudáveis, mais felizes e mais satisfeitos com o dia a dia.

Juntas, essas mudanças sugerem que reduzir o uso das redes sociais ajudou os participantes a se sentirem mais saudáveis, mais felizes e mais satisfeitos com o dia a dia.

50%

Menos tempo nas

redes sociais

Menos tempo nas

redes sociais

47%

Queda nos sintomas

de depressão relatados

16%

Aumento na satisfação

com a vida relatada

Melhorias na saúde mental após o desafio NOMO de 2 semanas na UChicago

Melhorias na saúde mental após o desafio NOMO de 2 semanas na UChicago

Out 2024 • Nas últimas duas semanas, em comparação com uma semana normal.

NOMO: Momentos de VerdadeGráfico de barras agrupadas comparando o grupo de controle e os usuários do NOMO em afirmações sobre bem-estar.0%20%40%60%80%61.1%70.7%Me senti satisfeitocom a minha vida59.1%55.0%Me senti ansioso38.7%20.7%Me senti deprimido47.9%36.8%Me distraí comfacilidadeParcela de participantes que concordam (%)
16% de aumento na satisfação com a vida
47% de queda na incidência de depressão
Grupo de controle
Usuários do NOMO

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Inspirando mudanças de comportamento por meio da ação coletiva entre jovens de 13 a 15 anos

Inspirando mudanças de comportamento por meio da ação coletiva entre jovens de 13 a 15 anos

Reino Unido • Nov 2025 – Mai 2026

Reino Unido • Nov 2025 – Mai 2026

Em parceria com a Nesta e o BIT, um teste do NOMO no Reino Unido com jovens de 13 a 15 anos em 52 escolas mostrou uma queda de 62% na mediana do tempo diário nas redes, e os estudantes recuperaram quase uma hora por dia.

Em parceria com a Nesta e o BIT, um teste do NOMO no Reino Unido com jovens de 13 a 15 anos em 52 escolas mostrou uma queda de 62% na mediana do tempo diário nas redes, e os estudantes recuperaram quase uma hora por dia.

Escolas do Reino Unido: uso de redes sociais cai com o NOMO

Média móvel de 7 dias da média diária, entre usuários engajados

Antes do NOMO
~135 min/dia
Com o NOMO
~80 min/dia
NOMO: Momentos de VerdadeTendência diária aproximada por amostragem, de 16 de abril a 18 de maio.05010015019 abr26 abr3 mai10 mai17 maiMinutos diários nas redes sociais
cerca de 40% a menos
~55 min/dia a menos

Média entre estudantes engajados (com um evento de sequência em até ±3 dias), de 16 abr a 18 mai de 2026.

Com o NOMO = dias ativos dos estudantes da primeira leva; Antes do NOMO = semana anterior à entrada dos estudantes da segunda leva.

Exclui leituras com falha de 0 minuto e dias pré-NOMO com mais de uma semana antes do cadastro. Dias com menos de 5 estudantes foram interpolados.

O NOMO em larga escala no Rio de Janeiro

O NOMO em larga escala no Rio de Janeiro

Brasil • Mai 2026 – Em andamento

Brasil • Mai 2026 – Em andamento

Quando uma escola inteira entra junto, a maioria dos estudantes participa, e a pressão social começa a funcionar no sentido contrário.

Quando uma escola inteira entra junto, a maioria dos estudantes participa, e a pressão social começa a funcionar no sentido contrário.

Em parceria com a Prefeitura do Rio de Janeiro, o NOMO chegou às escolas municipais em 2026. As primeiras 100 escolas já estão participando, e serão 500 até o fim do ano.

Em parceria com a Prefeitura do Rio de Janeiro, o NOMO chegou às escolas municipais em 2026. As primeiras 100 escolas já estão participando, e serão 500 até o fim do ano.

Estudantes e professores embaixadores apresentaram o NOMO. Os alunos competiram por recompensas individuais, como ingressos de cinema e tênis, e as turmas competiram por recompensas coletivas, como passeios e visitas a museus. O resultado foi 83% de adesão, e o estudante médio passa menos de dois minutos por dia no app NOMO.

Estudantes e professores embaixadores apresentaram o NOMO. Os alunos competiram por recompensas individuais, como ingressos de cinema e tênis, e as turmas competiram por recompensas coletivas, como passeios e visitas a museus. O resultado foi 83% de adesão, e o estudante médio passa menos de dois minutos por dia no app NOMO.

Como a norma mudou

Como a norma mudou

Duas coisas se espalharam sozinhas:

Duas coisas se espalharam sozinhas:

1

O Soquinho viralizou

O Soquinho viralizou

Bloquear os apps junto com um amigo virou um ritual social, e a popularidade na vida real passou a ser o status que importa.

Bloquear os apps junto com um amigo virou um ritual social, e a popularidade na vida real passou a ser o status que importa.

2

As recompensas por turma criaram FOMO no sentido contrário

As recompensas por turma criaram FOMO no sentido contrário

Quando uma turma ganhava uma recompensa coletiva, as outras queriam participar também.

Quando uma turma ganhava uma recompensa coletiva, as outras queriam participar também.

Esse é o ponto de virada que a proibição australiana nunca alcançou. Em vez de os populares continuarem nas redes, sair delas virou o que todo mundo queria ser visto fazendo.

Esse é o ponto de virada que a proibição australiana nunca alcançou. Em vez de os populares continuarem nas redes, sair delas virou o que todo mundo queria ser visto fazendo.

O que dizem os estudantes

O que dizem os estudantes

Três pesquisas no app, com mais de 1.000 respostas de estudantes de 100 escolas:

Três pesquisas no app, com mais de 1.000 respostas de estudantes de 100 escolas:

O efeito coletivo:

O efeito coletivo:

61% dizem que fica mais fácil usar menos as redes porque os amigos também estão usando menos

74% dizem que aproveitam melhor o tempo

57% relatam menos brigas com colegas por causa de coisas que aconteceram nas redes sociais

61% dizem que fica mais fácil usar menos as redes porque os amigos também estão usando menos

74% dizem que aproveitam melhor o tempo

57% relatam menos brigas com colegas por causa de coisas que aconteceram nas redes sociais

O veredito:

O veredito:

90% relatam um impacto geral positivo na vida

86% querem que o NOMO continue na escola no ano que vem

85% recomendariam a um amigo

90% relatam um impacto geral positivo na vida

86% querem que o NOMO continue na escola no ano que vem

85% recomendariam a um amigo

Para onde vai o tempo: 49% disseram que usaram o tempo livre para dormir

Para onde vai o tempo: 49% disseram que usaram o tempo livre para dormir

Seja parceiro do NOMO e ajude sua comunidade a chegar ao ponto de virada

Seja parceiro do NOMO e ajude sua comunidade a chegar ao ponto de virada

Para gestores públicos, secretarias de educação e autoridades de saúde pública, os cientistas comportamentais do NOMO podem apresentar a pesquisa e explicar como um programa NOMO funciona na prática. Preencha o formulário acima ou envie um e-mail para o NOMO para solicitar uma apresentação.

Para gestores públicos, secretarias de educação e autoridades de saúde pública, os cientistas comportamentais do NOMO podem apresentar a pesquisa e explicar como um programa NOMO funciona na prática. Preencha o formulário acima ou envie um e-mail para o NOMO para solicitar uma apresentação.

Os cientistas comportamentais por trás do NOMO

Os cientistas comportamentais por trás do NOMO

Perguntas frequentes

Perguntas frequentes

Por que os adolescentes não conseguem sair das redes sociais?

Por que os adolescentes não conseguem sair das redes sociais?

Sair sozinho custa a vida social deles. Planos, grupos e status passam todos pelo feed, então quem sai primeiro fica de fora. Na pesquisa, universitários queriam US$ 59 para ficar um mês sem TikTok sozinhos, mas pagariam US$ 28 para que os colegas saíssem junto. O problema não é força de vontade. É uma armadilha coletiva.

Sair sozinho custa a vida social deles. Planos, grupos e status passam todos pelo feed, então quem sai primeiro fica de fora. Na pesquisa, universitários queriam US$ 59 para ficar um mês sem TikTok sozinhos, mas pagariam US$ 28 para que os colegas saíssem junto. O problema não é força de vontade. É uma armadilha coletiva.

Proibir as redes sociais funciona?

Proibir as redes sociais funciona?

Não por si só. Depois que a Austrália proibiu menores de 16 anos em dezembro de 2025, pesquisadores descobriram que, quatro meses depois, menos de um em cada três jovens de 14 e 15 anos atingidos pela proibição a estavam cumprindo. Dois meses mais tarde, eram cerca de um em cada vinte. Os adolescentes disseram que só seguiriam a proibição se a maioria dos amigos seguisse, e os populares continuaram usando os apps.

Não por si só. Depois que a Austrália proibiu menores de 16 anos em dezembro de 2025, pesquisadores descobriram que, quatro meses depois, menos de um em cada três jovens de 14 e 15 anos atingidos pela proibição a estavam cumprindo. Dois meses mais tarde, eram cerca de um em cada vinte. Os adolescentes disseram que só seguiriam a proibição se a maioria dos amigos seguisse, e os populares continuaram usando os apps.

O que realmente reduz o uso de redes sociais pelos adolescentes?

O que realmente reduz o uso de redes sociais pelos adolescentes?

Mudar o grupo, não só o indivíduo. A pesquisa aponta três coisas: normas que façam de sair das redes a atitude de status, incentivos que recompensem usar menos e alternativas reais para o tempo recuperado. Nos testes do NOMO, o tempo nas redes caiu cerca de pela metade entre estudantes da Universidade de Chicago; o tempo médio diário caiu 40% em um teste randomizado em 52 escolas do Reino Unido; e no Rio de Janeiro, onde as escolas implementaram o programa com estudantes embaixadores e competições entre turmas, 83% dos alunos aderiram.

Mudar o grupo, não só o indivíduo. A pesquisa aponta três coisas: normas que façam de sair das redes a atitude de status, incentivos que recompensem usar menos e alternativas reais para o tempo recuperado. Nos testes do NOMO, o tempo nas redes caiu cerca de pela metade entre estudantes da Universidade de Chicago; o tempo médio diário caiu 40% em um teste randomizado em 52 escolas do Reino Unido; e no Rio de Janeiro, onde as escolas implementaram o programa com estudantes embaixadores e competições entre turmas, 83% dos alunos aderiram.

Como os pais podem tirar os filhos das redes sociais?

Como os pais podem tirar os filhos das redes sociais?

Transforme isso em um esforço de grupo, e não em uma regra da casa. Combine com os pais dos amigos do seu filho para que nenhum adolescente seja o único offline. Planeje atividades reais para preencher o tempo, recompense o progresso em vez de apenas restringir o uso e deixe seu filho assumir a meta como dele. Ferramentas como o NOMO foram criadas para transformar isso em algo que os adolescentes fazem junto com os amigos.

Transforme isso em um esforço de grupo, e não em uma regra da casa. Combine com os pais dos amigos do seu filho para que nenhum adolescente seja o único offline. Planeje atividades reais para preencher o tempo, recompense o progresso em vez de apenas restringir o uso e deixe seu filho assumir a meta como dele. Ferramentas como o NOMO foram criadas para transformar isso em algo que os adolescentes fazem junto com os amigos.

O que é a armadilha das redes sociais?

O que é a armadilha das redes sociais?

A armadilha das redes sociais acontece quando as pessoas continuam usando uma plataforma sem a qual prefeririam viver, porque sair sozinho significa ficar de fora. A pesquisa de Leo Bursztyn mostrou que 64% dos usuários ativos do TikTok e 48% dos usuários do Instagram acreditam que estariam melhor se a plataforma não existisse.

A armadilha das redes sociais acontece quando as pessoas continuam usando uma plataforma sem a qual prefeririam viver, porque sair sozinho significa ficar de fora. A pesquisa de Leo Bursztyn mostrou que 64% dos usuários ativos do TikTok e 48% dos usuários do Instagram acreditam que estariam melhor se a plataforma não existisse.

O que é o NOMO?

O que é o NOMO?

Criado por cientistas comportamentais de renome, o NOMO recompensa adolescentes por passarem menos tempo nas redes. Eles entram em desafios com os amigos, ganham Momentos e os trocam por recompensas e experiências na vida real.

Criado por cientistas comportamentais de renome, o NOMO recompensa adolescentes por passarem menos tempo nas redes. Eles entram em desafios com os amigos, ganham Momentos e os trocam por recompensas e experiências na vida real.

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